sábado, 28 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
domingo, 22 de fevereiro de 2009
DOMINGO DE CARNAVAL. PROJETOS EM ANDAMENTO: BRINCANDO COM PALAVRAS: "SERVIÇOS" DA NET DIGITAL
Estive "fora do ar". Um raio queimou tevê e computador, os dois únicos aparelhos ligados à NET. Desde o dia 17/02 aguardo os "serviços" da NET após comprar nova tevê e consertar o computador. Não resisti fazer um Brincando com Palavras especial, a partir da expressão "Serviços" da NET DIGITAL. Como sempre, todas as palavras foram compostas com letras presentes na expressão tema. Todas elas são palavras dicionarizadas. Para quem não sabe, e eu também não sabia, TRONGA quer dizer "meretriz" e ARNELA é "resto de um dente na gengiva", segundo o meu Aurelinho de estimação.
Obrigada, Beth Schneider, por ter cuidado tão bem do nosso blog do Antropoantro. Curta sua praia de Santa Catarina, sem chuvas e inundações.
Lalau Mayrink
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
cubo branco-mais um
“Inviolável”
Néon, tapete de algodão e correntes
cubo Olivia
(da série “Vestido de Baile”)
Cartaz, acrílico espelhado, transparências
Olívia Niemeyer leva-nos ’a Caixa da Memória. Paredes forradas de reproduções em preto e branco de uma foto antiga, meio embolorada, de uma figura de mulher num antigo vestido de baile. A legenda - Vestido de Baile - não deixa dúvidas. Que baile foi esse? Que mulher é essa? Os rasgos irregulares do arrancar dos papéis que forram as paredes traduzem um tempo já passado, mas que deixou marcas, que se reproduzem infinitamente e de maneira sempre nova e igual em memórias, refletidas, multiplicadas nos muitos espelhos, nas frágeis transparências e nos lampejos caleidoscópicos que dançam e brincam no chão querendo fugir (ao controle?). Uma nostalgia do passado toma conta da gente. Uma nostalgia que aparece também na Série Animal (mostrada no Casarão), aí sob a forma de desenhos sutis que são como fantasmas do passado rasgando a tinta das telas.
Lalau Mayrink
arquivo do grupo-cubo Vane
Lalau Mayrink
“Fora de Si”
Madeira e tinta
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Cubo branco -arquivo do grupo
O ANTROPOANTRO apresenta a sua idéia matriz: um cubo que concentra vários cubos ou vários espaços expositivos. Como se fossem pequenos microcosmos, estes pequenos cubos compõem um panorama de uma mostra coletiva que se individualiza através de espaços particularizados. Este enfoque amplia a discussão do espaço expositivo ao mesmo tempo em que cria uma referência tautológica deste espaço, em que os pequenos núcleos expositivos estão contidos em um núcleo maior, num processo contínuo de auto-remetência. A criação de novos espaços dentro de um único espaço não é nova, mas o que se percebe, segundo O’Doherty, é que "o espaço é hoje apenas o lugar onde as coisas acontecem; as coisas fazem o espaço existir". E esta é a intenção desta exposição. Tina Gonçalez
Cubo Beth Schneider
“Ex-votos”
Revistas VEJA e palavras em agradecimento pelas GRAÇAS recebidas pintadas com tinta spray dourada.
mais um cubo
Cubo de Silvia Matos
Sílvia Matos. Ela também está lá, nas linhas de astúcias, de fios e de tramas... Bem no centro, ela também tece, no semicírculo de mulheres/deusas tecelãs, retratadas não mais com tintas e pincéis como costumava fazer (e que beleza são os retratos de Sílvia Matos!), mas com modernos instrumentos digitais! O fundo espelhado e a transparência das fotos refletem e incluem o expectador neste círculo que tece... o quê mesmo? Retratando as artistas do grupo, a obra traz à baila a mútua influência, o fazer junto de uma raridade que é um grupo de artistas que produz coletivamente mantendo, sempre, a individualidade de cada membro. O coletivo faz-se do individual. Ao incluir neste círculo de tecelãs o expectador, o outro, aponta-se para o fato de que a obra de arte é também trabalho de quem a aprecia e não simplesmente de quem a propõe. Como na linguagem, o diálogo eu/outro é constitutivo do fazer artístico (tinha razão Bakhtin).
Lalau Mayrink
Nas linhas de astúcias, de fios e de tramas, elas tecem... ”Alumínio espelhado e plotagem em transparências de imagens das oito artistas do grupo trabalhadas no computador .
cubo branco-mais um
Lalau Mayrink
Mafagafos ao Cubo. Pequenos retângulos e quadrados de papel desenhados cuidadosamente com caneta esferográfica, alternando vermelho, azul e preto. Insetos e animais estranhos, imagens sem referentes, frases indecifráveis e pequenas esferas compõem um universo agrupado sem rigor obsessivo, figuras insólitas costuradas pelo vermelho vivo que aparece nos entremeios.
Partindo de um processo de aparente simplicidade - “ócio criativo” poderíamos pensar - Lalau Mayrink explora a força da acumulação de mais de 2000 desenhos. É impossível nos contentarmos com uma contemplação passiva, é preciso entrar no jogo, deixar o olhar correr levemente sobre os papéis, aproximar-se ao acaso, explorar detalhes, investir na criação de significados com elementos díspares: um estado de espírito. A leveza dos desenhos é reforçada pelo ritmo instável criado pela sucessão de espaços vazios e cheios.
Inesperadamente, apesar do trabalho de Lalau se inserir vigorosamente na contemporaneidade, podem vir à memória as galerias e os museus de antigamente, onde as obras cobriam as paredes de alto a baixo, bem antes da invenção do “cubo branco”, conceito que motiva essa exposição do grupo Antropoantro.
Olívia Niemeyer
lalau mayrink
Mafagafos ao Cubo”
(da série “Mafagafos”)
Papel branco e caneta esferográfica
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Aniversário da chefa
Silvia neste dia tão especial em que completa mais um ano de vida ,te desejamos todas as felicidades deste mundo e muinta saúde junto do grupo e da tua família.Parabéns Silvia Matos
grupo antropoantro
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Série deslocamentos-video
Passando o tempo.Tempo passado.Uma montagem de fotos tiradas na viagem Campinas Curitiba.Beth Schneider
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Coluna (IN)VEJA Armando Queiroz



Matéria de Suzana Velasco, no Segundo Caderno do jornal O Globo, no dia 1 de fevereiro de 2009
Artistas de Rio, Niterói, São Paulo, Belém e Ourinhos ganham o Prêmio Marcantonio Vilaça
É raro que artistas plásticos tenham a chance de ganhar R$30 mil, o acompanhamento de um crítico de arte por um ano, uma exposição itinerante pelas cinco regiões do Brasil e a publicação de um catálogo. Trinta tinham a chance, mas cinco foram os vencedores da terceira edição do Prêmio CNI-Sesi Marcantonio Vilaça, entregue na quinta-feira no Museu da Indústria, de Fortaleza. No dia seguinte, o carioca Eduardo Berliner, a niteroiense Rosana Ricalde, o paraense Armando Queiroz e os paulistas Yuri Firmeza e Henrique Oliveira aproveitaram para conhecer um pouco do trabalho um do outro.
— Ouvindo o Eduardo falar sobre seus cadernos de desenhos, pensei no meu processo de acumulação de objetos, que ficam num quarto de serviço — comentou Queiroz.
Quatro dos cinco já tinham tentado ganhar o prêmio
Com trajetórias de oito a 15 anos de criação, os cinco já têm parte de seus quartinhos de objetos particulares preenchida. Estão num momento crucial da carreira, em que já não são mais iniciantes, mas ainda podem ver suas vidas mudarem a partir de um prêmio. Persistentes, quatro deles já tinham se inscrito no prêmio, que homenageia o galerista e colecionador Marcantonio Vilaça, morto em 2000.
Quando se inscreveu pela primeira vez, Berliner já se dedicava à pintura, após ter se formado em design pela PUC-Rio, onde hoje dá aulas. Enquanto fazia um mestrado na Inglaterra, ele começou a experimentar aquarelas e colagens.
— Passei um ano fazendo colagens, mas pensando em forma de pintura. Quando experimentava no computador, às vezes me proibia de usar o comando “desfazer”, porque isso não seria possível na pintura — conta Berliner, de 30 anos. — Na faculdade, meus trabalhos já eram muito pessoais. O projeto final, em 1999, foi um livro com textos e desenhos meus, e desde então mantenho a prática diária de desenhar.
É um processo que se relaciona com o de Queiroz. O artista paraense também começou fazendo anotações regulares, porém sob a forma do acúmulo de objetos com os quais tinha um vínculo afetivo.
— Já passei quatro anos sem entrar no quarto de objetos. Eu acumulo, e às vezes vem uma água e limpa tudo — diz o artista, que, do trabalho com objetos diminutos, iniciado em 1993, passou a intervenções nas ruas de Belém, como numa instalação no telhado do mercado Ver-o-Peso, em 2005. — Percebi que os objetos poderiam dialogar com os espaços e as pessoas.
Queiroz, de 40 anos, também cria poemas visuais, com objetos e palavras. É aí que ele vê um vínculo com a obra de Rosana. A artista, que hoje vive em Rio das Ostras, faz um trabalho todo vinculado à palavra. Para ela, o momento em que conseguiu unir o conteúdo do texto à sua forma foi na obra “Alfabeto de verbos” (2000), em que todos os verbos da língua portuguesa foram datilografados em painéis.
— Ali eu comecei a fazer algo consciente. Mas, ainda hoje, o resultado visual da minha obra é consequência da escrita — diz ela, que, aos 37 anos, já fez obras inspiradas em textos como “Cidades invisíveis”, de Italo Calvino, e “As palavras e as coisas”, de Michel Foucault.
Rosana se inscreveu na primeira edição do prêmio, mas não foi selecionada. Agora, como os outros quatro, ela foi escolhida pelo crítico de arte Paulo Herkenhoff, pela historiadora e crítica de arte Aracy Amaral e pelo artista plástico Eduardo Frota. Originalmente, foram 353 artistas inscritos.
Premiado ficou famoso ao inventar artista japonês
O único entre os cinco que ainda não havia concorrido ao prêmio é Yuri Firmeza, cuja obra foi chamada de audaciosa e “sem empáfia” por Herkenhoff. Nascido em São Paulo, Firmeza morou 22 dos seus 26 anos em Fortaleza, onde estudou artes na faculdade. Seu nome se tornou conhecido há dois anos, quando ele inventou um artista japonês, Souzousareta Geijutsuka, e divulgou para a imprensa cearense uma exposição no Museu de Arte Contemporânea do Ceará, com a chancela da instituição. Muitos jornais publicaram reportagens sobre o genial japonês.
— Isso tem repercussão até hoje — conta ele, que costuma se inserir na obra, seja em fotos, vídeos ou performances, muitas vezes nu. — Começaram a dizer “o Yuri é aquele que fica nu”, então vesti roupa de novo.
Também nascido em São Paulo, porém no interior, em Ourinhos, Oliveira foi se fazendo artista aos poucos. Depois de estudar comunicação e artes, ele fez um mestrado em artes na USP, onde, num tapume que viu se decompor durante dois anos, criou sua primeira pintura sobre madeira. Hoje, sua obra ganhou escala monumental e está no limiar entre a pintura e a escultura.
— Até hoje meu pensamento se constrói na pintura. Trato a sobreposição dos planos de madeira como pinceladas, mas essas texturas acabam influenciando minhas telas também.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
MAIS ARTE DE RUA NA ALEMANHA - CAIO E ANA BARINI COLABORANDO MAIS UMA VEZ COM O ANTROPOANTRO
Essa foto tem o trabalho de dois artistas: a Xooxs, que sempre usa essas letras e é bem reconhecida. E o bacana é o CUT and GO, que "seleciona" e "recorta" o que ele gosta de street art na rua (lembra recurso de computador, né?), marcando que tinha um trabalho ali. Ele não tira literalmente, mas muitas vezes as pessoas levam, quebram a parede, ou pintam em cima, então é um jeito de registrar o que passou por ali.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
PROJETOS EM ANDAMENTO - BRINCANDO COM FLORES E CORES - LALAU MAYRINK
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