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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

S.O.S. FLORESTAS

 Uma tela de 160 x 140 cm e 6 telas de 25 x 25 cm
Tinta acrílica sobre tela negra

Esta vai ser a minha contribuição para a  Hilea na Espanha do Antropoantro, além da Grande Tela que nós pintamos a 14 mãos. Sílvia Matos

sábado, 5 de junho de 2010

Dez Anos Antropoantro

DEPOIS DA CHUVA.......


                                     

                                          

                                     
Fotos Sílvia Matos
                                  

sábado, 8 de maio de 2010

Dez Anos do Grupo Antropoantro

KAIRÓS
O índice, no dizer de C.S. Peirce, é definido como "um signo que remete ao objeto que denota, porque realmente é afetado por esse objeto". A relação entre o objeto referente e o seu signo foi o ponto de partida para a realização dos trabalhos do grupo em que as diversas situações indiciais foram absorvidas e recolocadas por cada artista. Da mesma forma que esta questão indicial forneceu a base propulsora para o desenvolvimento de cada trabalho, o tempo foi outro fator relevante e consistente no encontro e na revelação deste referente.
O tempo cronológico (Cronos), em movimento linear, enquanto tempo da sabedoria e reflexão, sempre nos traz uma advertência da sua passagem e provoca uma eterna busca por indícios da sua causalidade. Por outro lado, Kairós, como tempo rápido e efêmero, manifesta-se num átimo, e surge  uma oportunidade intransferível, o momento propício para esta realização artística do grupo.
                                                                                                                                Grupo Antropoantro

Beth Schneider - Marias
Inês Fernandez - O desenho como ponte

Alice Grou - Vermelho
Suzana Mas - Livre?
Maria Bernardes - Vendo Kasa
Olívia Niemeyer - Andamento 1,2,3,4
Sílvia Matos - Invólucros
Vera Costa - Tubos em Construção
Lalau Mayrink - Paisagem Fantasma
                                                 Tina Gonçalez - Confirmado: é pneumonia
                                                         fotografia: Tácito Carvalho e Silva
Depois de dois anos com várias exposições, o grupo incentivado por Carlos Fajardo que participaria da Bienal de 2002, resolveu assumir o nome de Grupo Antropoantro (como já foi dito,o nome foi sugerido por Suzana Mas) . Como tal fez a exposição Kairós, em São Paulo, nas Faculdades Trancredo Neves , participando das exposições paralelas à Bienal 2002.  Participaram desta exposição: Alice Grou, Beth Schneider, Inês Fernandez, Lalau Mayrink, Maria Bernardes, Olívia Niemeyer, Sílvia Matos, Suzana Mas, Tina Gonçalez e Vera Pellegrini.
Sílvia Matos

sexta-feira, 7 de maio de 2010

DEZ ANOS DO GRUPO ANTROPOANTRO Baú do Silvia Matos Ateliê de Criatividade

Rosali Plentz - Sem Título
                                                               Walma Lina - Sem título
Mirian Norking - Sem título
Maria Bernardes - Percepções
Vera Orsini - Sem título
Lalau Mayrink - sem título
Sílvia Matos - Olhares (no arco)
Tina Gonçalez - Por Entre
Voltando no tempo, em 2000 um curso ministrado pelo artista plástico e professor Carlos Fajardo, no Sílvia Matos Atelie de Criatividade, possibilitou que um grupo de artistas pudesse se reunir e aprofundar-se nos estudos e pesquisas relacionados à contemporaneidade das Artes Visuais. Começava aí o embrião que deu origem ao Grupo Antropoantro mas sem ter ainda assumido esse nome que em 2002 foi sugerido por outra participante, Suzana Mas. Nesta primeira exposição realizada no próprio espaço do atelie,  as artistas trabalharam a partir de ensaios fotográficos,  a seriação, acúmulos, grades -gradeação - preocupações recorrentes da arte contemporânea. Participaram desse grupo, Lalau Mayrink, Maria Bernardes, Mírian Norking, Rosali Plentz, Sílvia Matos, Tina Gonçalez, Vera Orsini e Walma Magalhães. Durante esses dez anos algumas novas artistas entraram para o grupo e outras saíram. Lalau Mayrink, Silvia Matos e Tina Gonçalez participam desde 2000.
Sílvia Matos

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Dia 4 de dezembro, 6ª feira, em Campinas: Lançamento do CD “Texturas”, de Caio Barini. Na Céu Aberto, das 19 às 22:30 horas. APAREÇAM!!!


Texturas, dualidades e sinestesias.

DO TOSCO AO POLIDO...
DO CRU AO LAPIDADO...
GROSSEIRO AO SUAVE...
E DO CAOS À SIMETRIA.

DO LISO AO ÁSPERO...
DENSO AO AERADO...
DA ÁGUA AO FOGO...
E DO RÚSTICO AO SUTIL...

...UM PASSEIO POR TEXTURAS INSTRUMENTAIS.


O Projeto Texturas é um estudo sobre a dualidade presente em nosso mundo, que aponta poeticamente para a valorização dos opostos: do ying e do yang, da energia masculina e feminina, extroversão e introversão. O voltar-se para fora e o voltar-se para dentro. Também dos extremos manifestos no mundo material: o cru e o lapidado, o rústico e o sutil, quente e frio, liso e áspero, denso e leve. É o rústico que pode ser belo. O belo que pode ser lapidado, mas pode também ser cru. O áspero que pode gerar sensações de suavidade, o caos que também é harmonia. O fogo que pode ser aconchegante como suaves plumas, o polido que pode remeter ao frio ou ser caloroso.

É também um trabalho sinestésico, que explora a nossa capacidade de estabelecer conexões prazerosas (e construir metáforas) entre as diversas dimensões perceptivas resultantes de nossos cinco sentidos. E, como as artes estão intimamente ligadas aos nossos sentidos, ao estabelecer relações entre os últimos, também estamos convidados a fazê-lo com as diversas dimensões da(s) arte(s).

A sinestesia é um tema que me fascina e acompanha-me há anos, talvez pela própria maneira como sinto o mundo. Um tema que se exteriorizou especialmente em poesias, mas acabou sendo a base para este álbum – texturas sonoras ilustradas por texturas visuais, ou, se quiser, texturas visuais traduzidas por texturas musicais. O visual e o auditivo transcrevem um ao outro, carregando-se alternadamente a uma outra dimensão, como se chamassem-se mutuamente a brincar, explorar a vida e gerar sinergia.

Este é um trabalho extremamente pessoal. Autoral, íntimo, particular. Se é um estudo sobre dualidades, é ainda, em certo sentido, a própria expressão e valorização da dualidade masculino/feminino que há em cada um de nós. Minha paixão por fazer música através do violão, movimento que teve grande influência de meu pai, Ricardo, une-se neste álbum com a paixão por fotografar, aprendida desde pequeno com minha mãe, a fotógrafa Vane Barini. Mais uma vez, a síntese e a valorização dos pólos masculino e feminino. Se eu sou uma síntese de meus pais, Texturas é, de certa forma, a síntese entre o aspecto musical de meu pai, e o aspecto estético de minha mãe. Que vivem, sinestesicamente, em mim.

Caio Barini

Quem é Caio Barini:

Caio Barini, natural de Campinas, é Economista formado pela Unicamp, e Consultor de Empresas na área de Desenvolvimento Organizacional, pela Dhignity Holistic Institute, e Coach de jovens empreendedores. É também músico e compositor.
Na área musical, lançou o CD “Drawing Composition” (2003), de tiragem pequena, com as músicas compostas na época de adolescência. “Texturas” (2009) é sua segunda produção independente, um ambicioso projeto conceitual que reúne o “lado B” do autor – músicas instrumentais e experimentais de diversos estilos – ao redor da idéia de explorar as mais diversas texturas musicais. O Projeto Texturas foi um grande desafio a todos os envolvidos, tanto artística quanto tecnicamente.

Para nós, do Grupo Antropoantro, ele é o filho compositor, poeta e fotógrafo da ântropa Vane Barini... Nos unimos a ele no lançamento deste CD, que vale a pena ouvir!

sábado, 28 de novembro de 2009

CIRCULAÇÃO DA ESCULTURA QUE NÃO DEU CERTO NA ABERTURA DA EXPOSIÇÃO 30 ANOS ARTES VISUAIS CAMPINAS

A Escultura que não deu certo participou da Exposição acima, no MACC, como uma instalação: Vendo a vida passar, na qual o boneco está assistindo suas Circulações por eventos, participações em arte e viagens pelo mundo. Como não podia deixar de acontecer, acompanhado por Beth Schneider e Lalau Mayrink, mais uma vez ele circulou pelo espaço, vendo as obras dos outros artistas.




















































Texto e fotos de Sílvia Matos

terça-feira, 7 de julho de 2009

"NAS LINHAS DE ASTÚCIAS, DE FIOS E DE TRAMAS, ELAS TECEM..." DE SÍLVIA MATOS, EM FOTOGRAFIA DE OLÍVIA NIEMEYER






Concordo inteiramente com Olívia Niemeyer: o trabalho de Sílvia Matos, "Nas linhas de astúcias, de fios e de tramas, elas tecem...", que está no MAC de Americana desde o dia 25 de junho, é um trabalho muito fotogênico! Vejam aí, nas fotos da Olívia.
Lalau Mayrink

sexta-feira, 3 de julho de 2009

GRUPO ANTROPOANTRO PARTICIPA DE DOCE DE SANTO, EM SALVADOR, BAHIA! FOTOS DE VANE BARINI, QUE FOI CONFERIR NO LOCAL.

O texto explicativo (clique para ampliar)

Uma visão geral da exposição

O trabalho do Grupo Antropoantro, a foto de Joaquim e Sebastiana foi feita por Vane.


O Doce de Santo de Sílvia Matos


E o Doce de Santo de Beth Schneider