Apesar de achar que a intenção do artista foi boa (mostrar sua habilidade) realmente ele roubou a beleza das penas e não criou nada novo. Que pena!
Isto até serve como exemplo de um trabalho que não tem nada a ver com arte contemporânea pois não cria nada e expõe paisagens e figuras que poderiam muito bem permanecer nas telas clássicas e deixar as penas ao natural.
É o oposto do contemporâneo que aproveita de uma situação para criar algo novo. Exemplos mil: As santas da Beth, as fotos das guaritas da Inês, os tsurus da Lalau, as caçambas da Olívia, as mãozinhas dos alunos da Tina, a escada da Vane , minhas madeiras...
Aí vai um exemplo: a série de Beth Schneider, "Marias", em que ela se vale da colagem para fazer sorrir santas sempre sérias

Ou o trabalho de pintura, em que se utiliza de bonequinhos de plástico coloridos, apresentado na Exposição da Escola Comunitária.


Texto de Sílvia Matos (aguardem os próximos "capítulos"...)
Obrigado gostei de ver meu trabalho na semana da Virada Cultural do interior.
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