terça-feira, 31 de março de 2009

(IN)VEJA DE ÂNTROPA - OLAFUR ELIASSON E ALICE GROU

Esta é uma imagem de um trabalho de Olafur Eliasson - Curious Garden.
Ao ver essa imagem no site do artista, lembrei-me do trabalho que Alice Grou mostrou em Americana, SP e que aparece abaixo em fotos tiradas por Beth Schneider.
Os dois me dão a maior (IN)VEJA!
Lalau Mayrink










segunda-feira, 30 de março de 2009

O GRAFITE VIROU 'NOVA ARTE PÚBLICA' NO DIA 27 DE MARÇO, DIA DO GRAFITE

Grafites espalhados pela cidade de São Paulo. Foto: Thais Caramico /AE

A foto acima e o texto abaixo apareceram na internet no dia do grafite, 27 de março. Curioso que, ao ser aceito como Arte, o grafite tenha mudado de nome... Agora é a "nova arte pública". Parte do sistema da Arte.

Quando será que isto vai acontecer à pichação?

Lalau Mayrink



Grafite muda de nome e vira 'nova arte pública'
No Dia do Grafite, arte que ocupa muros de cidades ganha novo nome e os grafiteiros viram 'artistas públicos'
Thais Caramico, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Aqueles desenhos coloridos que volta e meia aparecem no muro de alguma rua cinzenta da cidade - para deixá-la (geralmente) mais interessante - não se chamam mais ‘grafite’. Seu nome agora é ‘nova arte pública’. Não quer dizer que os grafiteiros passaram a sair por aí dizendo que são ‘novos artistas públicos’, é verdade. Mas esse foi o jeito que a turma da arte achou para se referir a um conjunto de trabalhos que incorpora técnicas variadas, tem estilo apurado e se relaciona tanto com o passado do grafite quanto com a pintura tradicional.

domingo, 29 de março de 2009

DUAS EXPOSIÇÕES EM PARIS - PARABÉNS AO ALBANO AFONSO E À SANDRA CINTO

clique para ampliar fotos


A exposição do Albano Afonso abre no dia 30 de março. A exposição da Sandra Cinto, no dia 2 de abril. O Grupo Antropoantro deseja o maior sucesso e espera que o Albano dê notícias logo que voltar. Estamos com saudades, Albano!




sexta-feira, 27 de março de 2009

CHEGOU SEBASTIÃO, O IRMÃO CAÇULA DO JOAQUIM...





Chegou Sebastião, o irmão mais novo do Joaquim, trazido à luz por Beth Schneider.
Daqui para a frente, Sebastião estará certamente participando das Aventuras do Homem de Plástico.
As fotos foram tiradas pela "mamãe" Beth Schneider.
Benvindo ao mundo da Escultura que não deu Certo, caro Sebastião!







segunda-feira, 23 de março de 2009

MUSEU DO VAZIO - TEXTOS

Este texto merece ser anexado a nossa antologia de textos do Museu do Vazio.
Uma exposição, em Paris, em que o Vazio não está restrito a uma sala como na "nossa" Bienal do Vazio, mas todo um andar do Centro Georges Pompidou foi deixado vazio. É possível passear por esta exposição num video, no endereço


Nada para ver
por Paula Alzugaray, Istoé
Matéria de Paula Alzugaray originalmente publicada na Revista Istoé, em 4 de março de 2009.
28ª Bienal de São Paulo, apelidada de "Bienal do vazio", não foi contemplada na retrospectiva sobre o vazio inaugurada em Paris (Vides - une rétrospective /Centre Georges Pompidou, Paris /de 25/2 a 22/3)

O cartaz da exposição Vides - une rétrospective mostra um andar vazio do edifício do Centre Georges Pompidou, de Paris, em fotografia tirada possivelmente quando o museu estava em construção, nos anos 70. A fotografia remete a uma imagem repetida inúmeras vezes na mídia brasileira, no fim de 2008: o segundo andar do Pavilhão da Bienal sem nenhuma obra de arte exposta. Nossa "Bienal do vazio", no entanto, não está contemplada nesta retrospectiva das exposições vazias que aconteceram no mundo ao longo dos últimos 50 anos.
"É claro que nós estávamos cientes da 28ª Bienal e seu projeto ressoa profundamente em nossas pesquisas", afirma Mathieu Copeland, um dos cinco curadores da retrospectiva. "Mas, se me lembro bem, 'apenas' o segundo andar ficou vazio", completa ele, afirmando que um dos critérios de seleção foi o de considerar os eventos que deixaram seus espaços completamente esvaziados.
A mostra propõe um percurso cronológico por nove salas que representam nove exposições em que não havia absolutamente nada a ser visto. O precedente foi aberto pelo francês Yves Klein, que em 1958 pintou de branco a Galerie Íris Clert, em Paris, como uma forma de transpor ao espaço suas pesquisas sobre a pintura monocromática e a sensibilidade pura. Segue-se ao gesto inaugural de Klein uma série de eventos ligados à arte minimalista e conceitual, realizados por Robert Irvin, Robert Barry e pelo grupo Art & Language, nos anos 1960 e 70. "Desde então, o espaço vazio tornou-se um clássico da postura radical e foi reprisado em outros contextos e outros tempos por artistas com intenções similares ou mesmo opostas", explica Copeland.
Segundo o curador, que em trabalhos anteriores também subverte o papel tradicional das mostras de arte (realizou, entre outras curadorias, Une exposition parlée e Une exposition choreographée), "cada um desses vazios tem diferentes naturezas e significados". O de Laurie Parsons, por exemplo, na Lorence Monk Gallery, em Nova York, em 1990, teve a função de anunciar sua renúncia do mundo da arte. Já Maria Eichhorn decidiu dedicar o orçamento de sua individual à reforma da Kunsthalle Bern, na Suíça, em 2001.
"Como acontece frequentemente com os vazios, a Bienal de São Paulo teve uma razão que a legitimou como vazia (financeira, curatorial, arquitetônica...). Mas, sempre que as exposições terminam, o vazio é novamente preenchido com objetos. Esperemos que isso aconteça na próxima bienal", afirma o curador. Embora ausente da mostra, a curadoria de Ivo Mesquita e Ana Paula Cohen é citada no catálogo, uma antologia sobre o vazio, com textos de 45 autores abordando o tema de ângulos tão diversos quanto a arte, a ciência, a religião, a música e o cinema.

sábado, 21 de março de 2009

(IN)VEJA DE ÂNTROPA - A EXPOSIÇÃO AURAL QUE ESTEVE NA GALERIA DE ARTES DA UNICAMP

Na sexta-feira, Silvia Matos e eu assistimos a performance, precedida de explicação pelos autores Artemis Moroni e Jônatas Manzolli, que encerrou a exposição Aural - ambiente evolutivo aplicado à sonificação de trajetórias robóticas. Foi na Galeria de Artes da Unicamp e o espetáculo esteve magnífico. Quem viu o Jornal Nacional de ontem pode ver um pouquinho da performance. Ficamos com (IN)VEJA! As fotos que aparecem abaixo foram conseguidas no site da Galeria de Artes. Quem quiser ver um pouco mais e ler sobre o trabalho é só entrar no site www.iar.unicamp.br/galeria/
.
Lalau Mayrink






sexta-feira, 20 de março de 2009

NOTÍCIAS DE UMA EXPOSIÇÃO


Ontem, eu e Silvia Matos fomos na abertura da exposição, no MACC, do acervo de gravuras do Museu Olho Latino, do Paulo Sheida. Vale a pena dar uma passada pelo museu. A exposição está muito boa.
Envio algumas fotos dos trabalhos para o blog.
Beth Schneider



clique para ampliar o convite





segunda-feira, 16 de março de 2009

MUSEU DO VAZIO - GALERIA DE FOTOS - Acervo dos artistas que trabalham com o vazio

Esse trabalho merece entrar para o acervo do nosso Museu do Vazio ( dos artistas que trabalham com o vazio).
Essas duas fotos de divulgação foram obtidas, uma delas num blog português http://ideiafixe.blogspot.com/2005/02/damian-ortega.html, a outra no blog da galeria Fortes Vilaça, que apresenta atualmente a exposição Materialista do artista mexicano Damián Ortega http://www.fortesvilaca.com.br/blog/arquivo/press-release-materialista-damian-ortega/ .
Antes do caminhão, que pode ser visto na Fortes Vilaça, ele apresentou um fusca.
No fundo é um trabalho de desenho no espaço - as peças do caminhão ou do fusca, penduradas em cabos de aço, desenham um esboço desses veículos, que precisa ser completado pela imaginação de quem vê a obra. Um desenho feito de vazios a completar.
Sílvia Matos e Lalau Mayrink

quarta-feira, 11 de março de 2009

Parabéns Lalau

Hoje é um dia muito especial, pois nossa blogueira mor ,Maria Laura Mayrink ,completa mais um ano de vida.E nós do grupo antropoantro te desejamos muitos anos de vida com sáude. E sendo sempre nossa companheira de trabalho por muitos e muitos anos.

Parabéns Lalau.

terça-feira, 10 de março de 2009

(IN)VEJA DE ÂNTROPA - MARCELO MOSCHETA




Fotos enviadas por Sílvia Matos da exposição de Marcelo Moscheta na Galeria Leme de São Paulo. A exposição está belíssima. Vale a pena visitar.
Beth Schneider, Lalau Mayrink e Sílvia Matos disseram (IN) Veja!

segunda-feira, 9 de março de 2009

PROJETOS EM ANDAMENTO - PASSATEMPO - OLÍVIA NIEMEYER

Passatempo - Olívia Niemeyer - 2009


Passatempo - Olívia Niemeyer - 2009 (detalhe)

Série "Passatempo", desenhos feitos para ver o tempo passar, sem pressa e sem pensar muito...
Olívia Niemeyer

domingo, 8 de março de 2009

NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER, O GRUPO ANTROPOANTRO HOMENAGEIA MARIA HELENA MOTTA PAES, UMA GRANDE ARTISTA CAMPINEIRA


O quadro foi um presente da M.Helena. O título é “ESPAÇO”, mede 1,00 x 0,90 m e é de l987.


Uma pequena homenagem a uma grande artista
Sílvia Matos

Quando criança, na casa da minha avó, eu via passar aquela moça bonita com longos cabelos castanhos ondulados e ficava encantada. Mal sabia eu que muitos anos depois eu iria entrevistar esta vizinha da minha avó e que ela era uma artista famosa, pertencente ao Grupo Vanguarda aqui de Campinas. Ficamos amigas e eu continuei encantada com a pessoa e mais ainda com a artista.

Vou transcrever um pedaço do texto que resultou da minha entrevista e que está no livro : O Ensino de Artes Plásticas em Campinas (esse livro e todo material da pesquisa encontra-se na Memória da Unicamp – Acervo Sílvia Basilio de Matos)

Entre os artistas fundadores do Grupo Vanguarda havia uma única mulher, Maria Helena Motta Paes. Ela era, nessa época ainda bem jovem (e mulher!), mas seu trabalho se impôs. Foi Raul Porto que levou seus desenhos para a apreciação de Belgrado, iniciando assim o processo que resultaria na sua participação no Grupo Vanguarda. Maria Helena cita duas influências decisivas para o desenvolvimento de seu trabalho: Edoardo Belgrado e Waldemar Cordeiro. Para ela, Belgrado estava a “cem anos na frente de tudo” e Cordeiro “foi tudo na minha vida, um amigo, um incentivador, ele impulsionava você a criar, você a acreditar naquilo que você pretendia, porque ele tinha uma palavra que lhe dava força no momento em que você estava em dúvida”. Em 1961 Maria Helena Motta Paes fundou o Grupo Hoje. Além de promover um curso de arte no Atelier São Judas Tadeu, localizado à rua General Câmara, 277, o Grupo Hoje tinha por grande objetivo incentivar talentos novos. “Para mim assistir a criação de um artista era uma coisa fundamental, tão importante quanto a Arte em si”. Os ensinamentos que recebeu de Edoardo Belgrado, e, posteriormente, de Waldemar Cordeiro, Maria Helena passou para seus alunos, mas sem tentar influenciar o estilo próprio de cada um. Para ela o professor não tem a função de criticar ou corrigir, mas de orientar, incentivar, esclarecer dúvidas, mostrar a história e a atualidade da arte no mundo. “Essencialmente o artista deve ser ele mesmo, antes e a despeito de qualquer reflexo, qualquer motivo, qualquer crítica. Ele tem que ser antes de tudo um forte.”

Para mais informações sobre Maria Helena Motta Paes leia o artigo de Dayz Peixoto Fonseca no
www.olholatino.com.br/revista/arquivo/2006/jan/1/maria.htm

sábado, 7 de março de 2009

(IN)VEJA DE ÂNTROPAS

No dia 4 de março, as ântropas Beth Schneider, Lalau Mayrink e Sílvia Matos visitaram a exposição "De tão alvas, quase almas..." de Bel Barcellos, que está no MUBE só até o dia 11 de março.
A delicadeza dos desenhos, em papel e em grandes panos de linho branco em que se completam com bordados, nos encantaram. Recomendamos fortemente uma visita à exposição ou ao site da artista www.belbarcellos.art.br.
A primeira foto abaixo foi feita no local por Sílvia Matos. As outras fotos foram obtidas no site da artista.