segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

domingo, 28 de dezembro de 2008

sábado, 27 de dezembro de 2008

PROJETOS EM ANDAMENTO: PINTURA SECA - SÍLVIA MATOS






Anexo duas telas: Estudo 1 de pintura seca (em andamento) a e b. São duas telas quadradas de 30 x 30 cm Junto vão alguns detalhes. Estes são os primeiros estudos posteriores à Pintura Seca (em andamento).
Sílvia Matos


quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

MUSEU DO VAZIO - UM CARTÃO DE NATAL DA SÉRIE "EFÊMEROS", DE SÍLVIA MATOS


Sílvia Matos - Efêmeros - 2008
O Grupo Antropoantro e o Museu do Vazio se valem deste cartão da série "Efêmeros", de Sílvia Matos, para desejar a todos um FELIZ NATAL!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Brincando com os nomes das ântropas

clique e aguarde carregar o video

A brincadeira consiste em construir palavras escritas usando apenas as letras presentes na escrita das palavras escolhidas: neste caso, o primeiro nome das componentes do Grupo Antropoantro. Depois, as palavras construídas são utilizadas para montar algo que Vane Barini chamou, bondosamente, de "poemas concretos". Que os poetas concretos me perdoem, mas isso é uma necessidade.

Lalau Mayrink

domingo, 21 de dezembro de 2008

O NATAL ESTÁ CHEGANDO - UM VIDEO PARA AGUARDAR

Este video foi montado a partir de fotos de parte da minha coleção de presépios. A música é Paz, cantada por Gilberto Gil. E o quadro que aparece no final é um João Proteti que eu me dei de presente no ano passado. Ah, e o presépio de cerâmica é trabalho da querida Miriam Norking e me foi dado pela Sílvia Matos. Foi ele que deu início a minha coleção.

Feliz Natal!

Lalau Mayrink

sábado, 20 de dezembro de 2008

PROJETOS EM ANDAMENTO: NOVA SÉRIE DE DESENHOS DE OLÍVIA NIEMEYER





Lá vão desenhos em preto e branco: uma sequência de três, em que o desenho vai ficando mais sutil, mais limpo. Dá a impressão de flores, né? São feitos com barbante e tinta acrílica, uma brincadeira. Estou tentando dar um título, aceito sugestões...
Olívia Niemeyer

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

MUSEU DO VAZIO - A PROPÓSITO DE GRAFITE E PICHAÇÃO

Em outubro, Beth Schneider mandou as três primeiras fotos abaixo, feitas por ela no Santander Cultural de Porto Alegre. Ela não se lembrou do nome do autor do grafite, que ocupava as paredes do local dedicado à cultura e às artes. O grafite, como sabemos, é atualmente aceito como arte e tem sido acolhido por instituições como museus e galerias de arte de todo o mundo.




A foto abaixo tem aparecido em jornais impressos e na internet. Foi tirada durante o início da 28ª Bienal de São Paulo - "em vivo contato" ou, como também ficou conhecida, "a bienal do vazio" - na ocasião em que foi invadida por um bando de jovens pichadores que, "em vivo contato", picharam as paredes deixadas em branco no espaço vazio.
Boletim de ocorrência, uma pichadora presa em "flagrante" por "danificar o patrimônio público".
Os pichadores reivindicam o estatuto de "arte" para o que fazem. Os grafiteiros já passaram por isto. Eles também eram "fora da lei", não faz tanto tempo assim. Grafite já foi considerado "ato de vandalismo", agora comparece como convidado até na fachada da Tate.
A moça continua presa. A polêmica está reinstalada. Pichação é ou não é arte?

Lalau Mayrink


quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

MUSEU DO VAZIO - VIDEO DA SÉRIE BRINCANDO COM PALAVRAS DE LALAU MAYRINK

clique e aguarde carregar o video

Sílvia Matos fotografa os Efêmeros - que no meu entender são vazios em potencial - e eu não resisto brincar com a palavra "efêmero", uma brincadeira igualmente efêmera...

Lalau Mayrink

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Nós: Autobiografismos - de Olívia Niemeyer


Esta é minha 'luta' atual. Estou tentando fazer três telas para acompanhar os desenhos de uma série, a partir de fotos antigas, que eu chamo de "Nós: autobiografismos". Essa é a única que considero resolvida, as outras estão resistindo....
Olívia Niemeyer

sábado, 13 de dezembro de 2008

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Alice Grou na Escola Comunitária de Campinas



Algumas imagens da exposição de Alice Grou, "Território Alquímico", ainda na Escola Comunitária de Campinas.
Fotos enviadas por Tina Gonçalez

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

O NÃO-VAZIO: AINDA A MOSTRA PARALELA 2008 - DE PERTO E DE LONGE








E outras do Nuno Ramos:
O preto do vidro da Sandra Cinto conversa com o chão feito gravura (certamente com britadeira) cheio de óleo queimado (preto) do Nuno Ramos. Ambos refletem seu entorno, e sendo preto tornam o reflexo mais misterioso que o reflexo do espelho ou da água


Fotos e texto de Sílvia Matos

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

O NÃO-VAZIO: MOSTRA PARALELA 2008 - DE PERTO E DE LONGE

Assim como a Bienal acabou, a Paralela também, só que alguns trabalhos desta estavam muito bons.

Aqui vão algumas fotos do trabalho da Sandra Cinto que gostei bastante:

A foto 1 tem muito a ver com os tsurus da Lalau. Ela só é parte da instalação.
O vidro grande, preto com desenho de ondas é impactante pois ele reflete todo o ambiente. O desenho das ondas remete a gravuras chinesas ou japonesas. A tela ao lado é a Balsa da Medusa de Géricauld com interferência de linhas traçadas no vidro.




Fotos e texto de Sílvia Matos

domingo, 7 de dezembro de 2008

MUSEU DO VAZIO - TEXTOS - Um balanço da Bienal chamada "do Vazio"


Um balanço da 28ª Bienal de São Paulo, publicado na Folha de São Paulo semana passada, anexado ao Acervo de Textos do Museu do Vazio


Mostra naufraga em seu vazio
Pouco se salva na Bienal que tenta levantar questões institucionais sem ter um bom trabalho sobre o tema
FABIO CYPRIANO
DA REPORTAGEM LOCAL

"Em Vivo Contato", o nome da 28ª Bienal de São Paulo, com curadoria de Ivo Mesquita e Ana Paula Cohen, é um projeto que não aconteceu.
Ao invés de uma energia vibrante, como o nome aponta, o que se constata ao longo do pavilhão é um baixo astral geral, fora algumas exceções, como as performances de Joan Jonas e Maurício Ianês.
A começar pela praça, no térreo: aquilo que seria um local aberto, um espaço de convívio, manteve-se escuro e desértico, comprometendo a integridade do projeto original.Fora as performances, a praça acabou sendo apenas o local onde caem aqueles que escorregam pelos dutos de Carsten Höller, denominados "Valerio Sisters", a obra que marca, do ponto de vista popular, essa edição, mas que tampouco aborda o valerioduto que marcou as discussões iniciais dessa Bienal. Sintomático, nesse sentido, é que a Bienal que visa problematizar questões institucionais do circuito da arte não tenha propiciado a criação de sequer um trabalho vigoroso sobre a questão. Uma mostra reflexiva sem trabalhos políticos é uma falha grave.
Dos eventos que ocorrem na praça, como o show de Fischerspooner ou o espetáculo "Weightless Days", o que se pergunta, afinal, é o que fazem ali, qual sua contribuição ao evento. Nenhuma. Sendo espetáculos comuns, eles poderiam fazer parte da programação de qualquer bom teatro da cidade.
O mesmo se pode dizer das aulas de dança da companhia de Ivaldo Bertazzo ou de sua sensacionalista invasão ao prédio. Nem mesmo a "Anarcademia", projeto concebido por alunos de Dora Longo Bahia, que dava certa vida à praça, conseguiu se manter, tendo sua programação cancelada.


Vazio controlado
O andar vazio ou "planta livre", como neutramente se renomeou o segundo piso, é mesmo a grande metáfora da Bienal: um espaço sitiado. Aquilo que era previsto para ser um local de fruição, de potência criativa, tornou-se uma área controlada, onde as pessoas precisam andar de acordo com a orientação dos seguranças, marcados pelo pavor dos pichadores. É absolutamente contraditório, aliás, que no contexto de uma mostra de arte, uma jovem tenha sido presa por usar tinta para pichar o pavilhão.
As contradições do evento estão também explícitas na mostra do terceiro andar. Com a pretensão de criar um novo modelo expositivo, sem paredes, sem espaços específicos para cada artista, fugindo do chamado cubo branco, o que se vê no local é outra homogeneização tirânica: a ditadura do mobiliário e do design. Não é à toa que o artista convidado para pensar os móveis, o colombiano Gabriel Sierra, deixou de se apresentar como artista, assumindo o papel de cenógrafo.
Essas estruturas expositivas são uma decorrência de um projeto de Cohen denominado "Istmo", durante certo tempo apresentado na galeria Vermelho, numa pequena sala. Entretanto, quando o projeto assumiu a escala de uma Bienal, aquilo que se valia pela experimentação não conseguiu dar conta de um espaço tão grande.
Com isso, os artistas que melhor conseguiram apresentar seus trabalhos foram aqueles que escaparam dessa imposição dispositiva. O italiano Armin Link e a finlandesa Eija-Liisa Ahtila, por exemplo, conseguiram espaços onde o visitante pode de fato ter uma relação com a obra, e não ter a impressão que simplesmente se caminha entre estandes da Tok&Stok. Longe do pavilhão, Carla Zaccagnini saiu-se ainda melhor, com seu parque que transforma a energia dos "brincantes" numa fonte de água.
Já Dora Longo Bahia, com "Escalpo", um piso com motivos islâmicos que "sangra", propõe uma nova forma de relação com a obra: é sujando-a que ela se resolve. Também se saiu bem Rivane Neuenschwander com seus 24 relógios "zerados" exibidos em várias partes do edifício, aliás, nem tão bem expostos como em outros museus da cidade. É o único trabalho, mesmo assim, que se relaciona com a idéia da suspensão, uma das questões que Mesquita propôs para a realização da Bienal ao defender seu projeto como uma quarentena.Com a mostra, ainda se enfraqueceu aquela que seria a parte central desta Bienal, ou seja, sua vertente reflexiva por meio de debates. Aqui, deve-se observar que talvez o esvaziamento desses encontros seja ainda decorrente da desconfiança do circuito de até que ponto a instituição tem idoneidade para se auto-examinar. Afinal, é impossível separar a curadoria da direção da Fundação Bienal, mesmo que Cohen e Mesquita tenham tentado. No final, todos têm sua parcela no fracasso da Bienal.

sábado, 6 de dezembro de 2008

MUSEU DO VAZIO - TEXTOS -

Uma contribuição enviada por Olívia Niemeyer. Bem apropriada para o último dia da Bienal, bem como para as comemorações dos 100 anos de Claude Lévi-Strauss. Confiram abaixo:


Alberto Simon
Em busca do lugar comum, o elusivo território que promete cumprir a promessa de revelar arte por toda parte.



Teria a maçã de Newton de Lévi-Strauss caído aqui?

Claude Lévi-Strauss contou que antes de aprender a ler ele já era estruturalista, porque quando saía às compras com sua mãe, reconhecia o que havia em comum no bou das placas da boulangerie (padaria) e da boucherie (açougue). A base do estruturalismo é faculdade humana de se reconhecer padrões ou estruturas com maior ou menor grau de semelhança, mesmo quando ocultas sob aparências dessemelhantes: no caso das referidas placas, o componente estrutural podendo ser reconhecível a olho nu até por um pré-escolar. Agora o brasão da Boulangerie Bienal, no Itaim Bibi em São Paulo, requer dessa faculdade um esforço em um grau mais ‘universitário’, para que uma relação com o evento cíclico das artes visuais no Parque do Ibirapuera possa ser estabelecida. Contido no nome do bairro onde se situa a panificadora, está o que aparenta ser um bônus que potencializa as possibilidades de desdobramentos, mas aqui o bi-bi será descartado e não terá o papel chave que o bou-bou teve na formação do menino Claude: bastará a tentativa de se estabelecer uma relação entre a Bienal (pães) e a Bienal (mega-evento dedicado às artes visuais ano-sim, ano-não).
Já se ouviu muito falar que o tatuzão desconstrutivista ‘parece’ ter ‘aparentemente’ esbarrado no fundamento do Edifício Estruturalista, fazendo com que esse perigosamente pendesse para o lado, obrigando os ocupantes do ‘é difícil’ pôr em prática o compulsório plano emergencial do corre-corre. Mas uma vez passado o susto, puderam as neuro-ciências cognitivas experimentais - aquelas de laboratório, com avental e instrumentos sofisticados - demonstrar que a resiliência da construção permite que essa ainda possa, nos dias de hoje, com segurança abrigar a faculdade - que tem 1001 utilidades e é acessível a quem possa interessar.
O fato de Lévi-Strauss ter passado uma fase tão fundamental de sua vida no Brasil - e tendo morado e lecionado site-specifically em São Paulo - talvez justifique a tentativa, ainda que diletante, do uso mais ou menos sistemático de uma metodologia menos recém-transplantada e mais enraizada. Faz parte do código da ‘contemporaneidade’ das artes visuais um estado geral de karaokê que valoriza o amadorismo, talvez por via da legitimação que termos como ‘apropriação’ ou sampling conferem à certas práticas artísticas. Como já dizia Cole Porter:
Good authors too who once knew better words,

Now only use four letter words
Writing prose,
Anything goes.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Regina Silveira expõe na Escola Comunitária de Campinas - Fotos do Making Of e da Abertura feitas por Tina Gonçalez







Estas são fotos da exposiçào "Regina Silveira: Sombra Móbile", realizada na Escola Comunitária de Campinas em parceria com o MAM de São Paulo.
Nossa super-ântropa Tina Gonçalez é realmente incansável!
Parabéns de novo, Tina!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

OS ALUNOS DE TINA GONÇALEZ VISITAM A OBRA DE FRANZ KRAJCBERG

foto de Tina Gonçalez

Crianças experimentando arte.
Vale citar Clement Greenberg: "Se (...) a essência da experiência da arte enquanto arte consiste em graus do ato de gostar ou não gostar, então são esses graus que merecem ser destacados em primeiro lugar quando se fala a respeito da arte. Ali se encontram, ou ao menos principiam, o interesse e o entusiasmo das discussões sobre a arte. Nos momentos do gosto." (p. 115 de Estética Doméstica. Cosac & Naify, 2002).
O trabalho de levar crianças e adolescentes a museus e galerias e colocá-las em contato direto com a arte e com discussões sobre a arte e o fazer artístico certamente formará futuros apreciadores da arte. Tina Gonçalez, nossa ântropa educadora, está de parabéns!
Lalau Mayrink