sexta-feira, 31 de outubro de 2008

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Intervalo no Museu do Vazio para um convite de Rosali Plentz

A artista gaúcha Rosali Plentz fez parte do Grupo Antropoantro em seu início. É com prazer que anunciamos sua próxima exposição, pena que tão longe, lá em Porto Alegre. Desejamos muito sucesso, Rosali!
Grupo Antropoantro




clique para ampliar as imagens

Na continuidade do projeto Estação Arte Emergente acontece esta semana na Guaíba Car (Av. Sertório 2499) a individual de ROSALI PLENTZ reunindo desenhos e algumas pinturas recentes. A mostra com curadoria da galeria Arte&Fato e produção da CiaE. pode ser visitada até o próximo domingo, 02 de novem br o,das 09 as 19h.



segunda-feira, 27 de outubro de 2008

MUSEU DO VAZIO - GALERIA DE FOTOS - EXÚVIA: O VAZIO DA CIGARRA E MUITOS VAZIOS DE SÍLVIA MATOS



Sílvia Matos - 2008
Exúvia - o Vazio da Cigarra 1,2 e 3
Fotografia



Sílvia Matos - 2008
Muitos Vazios 1 e 2
Fotografia
Exúvias, o vazio das cigarras.
Eu me inspirei na cantoria das cigarras pois elas me lembraram as dezenas de exúvias que coletei anos atrás, fascinada por elas mas sem saber o que fazer com as mesmas.
Enfim eu as guardei (maravilha que não se decompõem, nem cheiram mal).
Agora eu soube o que fazer com elas: fotografar para o Museu do Vazio.
Sílvia Matos




domingo, 26 de outubro de 2008

MUSEU DO VAZIO - GALERIA DE FOTOS - OCUPAÇÃO DO VAZIO DA 28ª BIENAL DE SÃO PAULO - 2008


O Grupo Antropoantro promoveu uma OCUPAÇÃO DO VAZIO DA BIENAL.
Beth Schneider se encarregou de documentá-la.
A ocupação foi realizada no dia 26 de outubro.
O Vazio ficou Cheio e muito mais interessante!

sábado, 25 de outubro de 2008

MUSEU DO VAZIO - GALERIA DE IMAGENS - TRABALHO DE INÊS FERNANDEZ



www.antropoantro.blogspot.com
MUSEU DO VAZIO
INÊS FERNANDEZ
Redoma – 2008
Instalação de objetos
Sete objetos de acrílico e vidro
Trabalho de Inês Fernandez na exposição
antropoantro.blogspot.com -www Museu do Vazio
Centro Cultural Martha Watts - Piracicaba
Não percam! Até 4 de novembro de 2008

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

MUSEU DO VAZIO - GALERIA DE IMAGENS - TRABALHO DE BETH SHCHNEIDER

www.antropoantro.blogspot.com
MUSEU DO VAZIO
BETH SCHNEIDER
Teatro Municipal de Campinas 16/09/2008
Fotografia

www.antropoantro.blogspot.com
MUSEU DO VAZIO
BETH SCHNEIDER
Torres Gêmeas, 01/11/2005
Fotografia



Trabalhos de Beth Schneider na exposição www.antropoantro.blogspot.com - Museu do Vazio
Centro Cultural Martha Watts - Piracicaba
Não percam! Até 4 de novembro de 2008


quinta-feira, 23 de outubro de 2008

MUSEU DO VAZIO - INTERVALO PARA UM CONVITE

O Grupo Antropoantro recebeu e agradece o convite para a exposição Natureza Construída, de Sandra Cinto e Albano Afonso, que abre hoje, na Casa Triângulo.
Estamos com saudades das nossas conversas, Albano.
Ache um tempinho para vir a Campinas...



MUSEU DO VAZIO - TEXTOS - ACERVO

Reportagem publicada na Folha de São Paulo de ontem (22/10/2008) agora é parte do nosso acervo

[o que colocar no vazio?]
A 28ª Bienal de São Paulo, que será aberta no domingo, terá um andar vazio para simbolizar sua crise; a Folha perguntou a artistas e curadores com o que preencheriam o espaço -as respostas, abaixo, vão de "ar" a "sofás"...

Carol Guedes - 15.out.2008/Folha Imagem

O segundo piso do prédio da Bienal, que permanecerá vazio durante a mostra

A imaginação

A idéia de vazio ativo (Mira Schendel ) e de vazio pleno (Lygia Clarck), que fazia parte de um dos 4 núcleos que propus no meu anteprojeto da 28ª Bienal contemplava a idéia de que o vazio é uma instância fundamental para a criação. Quando propus ao Ivo Mesquita de juntarmos os nossos projetos e ele sugeriu a idéia do andar vazio, que eu chamei de manifesto espacial, eu aceitei com a condição de que fosse um sinal para a segunda etapa da 28ª Bienal (que trataria do tema do vazio) e que durante essa primeira etapa fosse utilizado como um espaço educativo.Minha proposta era ocupar o vazio com a imaginação das crianças. O importante para mim era fazer com que as pessoas percebessem que o vazio é uma instância fundamental do processo criativo. Meu desejo era ocupar o espaço com um projeto educativo (inclusive para adultos) que revisitasse a história da Bienal de São Paulo, criando, desta forma, um elo como o terceiro andar onde estariam os arquivos da Bienal e sua memória. Pensei que a solução seria utilizar recursos auditivos; circuitos auditivos associados a imaginação (como na música), inclusive convidando artistas que fizessem obras sonoras especificamente para o 2º andar de forma a "esculpir" ou dar forma ao andar vazio. Penso que mais importante do que a idéia fenomenológica de suspensão é de ancorar o vazio como um elemento fundamental da realidade. O vazio do segundo andar deveria ser articulado como um espaço de concentração e não de dispersão. Para mim, o importante era indicar como nos diz Strindberg que: "Tudo é possível e provável. Sob a fina base da realidade a imaginação tece novas formas". [Márcio Doctors, curador]


Arte. [Paulo Venâncio Filho, curador]

Ar. [Beatriz Milhazes, artista]


Vejo-o como metáforada inexistência de uma política cultural ampla, sólida, regular, constante, civil, sem viés ideológico-partidário. Eu preferia ver o vazio da bienal discutido na entressafra, entre as bienais e não dentro dela. Tal como está, e se ficar de fato vazio, pode ser, no limite, uma proposta poética - e no poema dos outros não se mexe. Se esse vazio servir para arrancar a Bienal da inércia que a estrangula, terá sido um sucesso. [Teixeira Coelho, curador e diretor do Masp]


Eu colocaria uns 500 sofás no andar vazio assim pelo menos a gente poderia sentar um pouco. [Leda Catunda, artista]


Se o Duane Hanson não tivesse morrido há 12 anos, o convidaria para fazer esculturas de alguns brasileiros de colarinho branco que freqüentaram a crônica policial e estiveram atrás das grades nos últimos anos. Fica a idéia para algum hiperrealista nativo. Vai ser uma mostra bem popular.[Paulo Sérgio Duarte, curador]


O Vazio é apenas ilusório, não há esvaziamento que nos leve ao grau zero, que anule ou cancele todos os significados, pois, ao contrário do que as aparências revelam, com o vazio descortinam-se as estruturas, mas o que fazemos com elas? Como transformá-las em questões realmente pertinentes? Como evitar que o vazio seja apenas a falta de algo? Então, é necessário um outro gesto capaz de radicalizar a experiência para instaurar a consciência crítica. Portanto, ao esvaziarmos o Pavilhão da Bienal temos diante dos olhos a arquitetura modernista brasileira e suas utopias. E parece-me que isso ficou de lado em todas as discussões a respeito dessa Bienal. E foi a partir dessas idéias que, a convite de Ivo Mesquita para desenvolver o Projeto Educativo para esta Bienal, propus, em colaboração com Jorge Menna Barreto e Vitor César, desestabilizar a noção do Vazio como "síntese da negação e da ausência", conforme proposto pelos curadores. Dentre outras questões, o projeto (abortado nas últimas semanas) visava potencializar o vazio a partir da construção do que chamo 'Parede Niemeyer', revestindo toda parede do fundo do segundo andar com espelhos para reverberar não só a arquitetura, mas nossas utopias, nossa história, para torná-la abismal. Niemeyer dentro de Niemeyer. O espelho, a meu ver, síntese da utopia moderna do arquiteto brasileiro, é também vigilante. O espaço destinado à grande mostra bi-anual de arte no Brasil seria esvaziado para, com o espelho, se fazer perguntas. Como um grande ambiente oco, funcionaria como tímpano para uma operação de escuta. As reverberações no espelho forneceriam as bases para o questionamento crítico sobre nossa condição. Novamente a pergunta: Para onde olhamos? Para onde vamos? Todo projeto Educativo estaria então ancorado na idéia de que, se não incluirmos o contexto, se não questioná-lo, ficaremos sempre reféns de nossa própria história ou dependentes da história que nos chega de longe.[Ana Maria Tavares, artista]


Nada. É claro que não faltam o br as para uma exposição, mas não é isso o que está em questão. Cada um faz a sua bienal e nas condições que lhe forem dadas. Não fazer é sempre uma delas. Assumir o vazio, nas circunstâncias em que se deu, foi uma decisão corajosa e deve ser respeitada.[Luiz Camillo Osório, curador]


Talvez eu colocasse uma zona de sensibilidade imaterial do Yves Klein . Sabemos que o espaço vazio adquire uma prioridade marcante com implicações estéticas e desdobramentos políticos. Mas neste caso, o vazio não é da arte, o vazio é da instituição que está com sérios problemas circunstanciais, porque é mal gerida e não consegue perceber o seu papel.[Solange Farkas, curadora e diretora do MAM da Bahia]


Acho que o fato de um andar do prédio da Bienal ficar vazio durante o período da mostra é absolutamente adequado para o projeto curatorial de Ivo Mesquita. Ele é metáfora eloqüente da crise pela qual a instituição passa (que efetivamente limita as dimensões físicas do evento) e da vontade expressa de seu curador na presente edição em discuti-la e enfrentá-la. Minhas expectativas e meu desejo são de que esse espaço vazio realmente assuma a dimensão crítica com que foi pensado e que não seja reduzido à mera experiência imersiva na arquitetura do edifício.[Moacir dos Anjos, curador]


Ou talvezperguntando de forma mais abrangente: o que de fato deveria pertencer ao vazio da Bienal? [José Rezende, artista]


Não colocaria coisa alguma,o espaço vazio proposto deve mostrar ainda a que veio: se de um lado ele é conceitual, precisa manter-se mesmo vazio e funcionar como metáfora espacial de um ponto zero de atitudes e decisões, sem o que não há espaço para renovação. De outro lado ele é um vazio físico, concretamente o espaço desocupado dos mil metros quadrados de um dos andares, dando presença apenas ao edifício ou a seus fantasmas. Este vazio arquitetônico é a própria corporificarão da circunstancia difícil de organizar um mega evento com prazos e recursos excessivamente curtos. Entendi que Ivo Mesquita aceitou a curadoria desta Bienal para não deixar soçobrar uma instituição cuja importância e história ele respeita. Confio que a partir do que esta versão se propõe, como critica e reflexão com o olho no futuro, o vazio seja um lugar para a projeção de idéias conseqüentes das quais se possa extrair um modelo mais ativo, social e culturalmente. [Regina Silveira, artista]

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

MUSEU DO VAZIO - COMENTÁRIOS

Este comentário foi encaminhado por um Anônimo, sobre o texto que remete à 28ª Bienal de São Paulo (vejam no blog, postado em 17 de dezembro de 2007). É tão pertinente que resolvemos destacá-lo aqui. A história das mostras dos museus brasileiros é isso mesmo: um Vazio de público. Alguns convidados nas aberturas - quando tem um coquetel anunciado, normalmente. Afinal, é um acontecimento social onde se pode ver e ser visto... - um Quase Vazio a partir de então...
Anônimo, você tem toda razão!!!
Lalau Mayrink

Anônimo disse...
Museu do vazio... Acho que isso é uma constante na história das mostras dos museus brasileiros. Vazio de conceitos, vazio de acervo, vazio de idéias. Será que nos coquetéis de abertura se os copos estiverem vazios ( de champagne) e os pratinhos vazios ( de frituras) os convidados irão entender a 'proposta'?

terça-feira, 21 de outubro de 2008

domingo, 19 de outubro de 2008

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

MUSEU DO VAZIO - GALERIA DE FOTOS

Lugar ermo com capelinha - Foto Vane Barini
Vane,
Que foto impressionante! Prá mim isso é um vazio. Vazio de vida. Não há nada verde, e nada animal (gente ou bicho) aí, a não ser quem fotografa... Mas é uma foto belíssima! Esses tons de azul, esse azul profundo da Grécia (eu quando penso Grécia, penso azul, é isso?) e os tons de terra, em contraste com o branco da igrejinha (de porta azul também)... é lindo, mas eu não queria morar aí não. Preciso de verde.
Lalau
Lalau,
Mas tem tanta coisa boa, tanta paisagem bonita, tanto azul de mar, de céu, de coisas pintadas, que nem se sente tanto. Tem bichos também: cabras, ovelhas, cachorros, gatos... é lindo, Lalau. E se você estivesse lá, adoraria.
Vane

terça-feira, 14 de outubro de 2008

AVENTURAS DO JOAQUIM NA GRÉCIA - UM INTERVALO NO MUSEU DO VAZIO...




Envio essas duas fotos feitas em Creta, em frente ao impressionante palácio de Cnossos , construído em 1900 AC, destruído por vários terremotos, mas sempre reconstruído, local da poderosa civilização minóica , nessa época.


Vane Barini



segunda-feira, 13 de outubro de 2008

MUSEU DO VAZIO - TEXTOS - ACERVO

Outro texto para o nosso Acervo - desta vez um comentário sobre o Museu do Vazio, feito pela artista plástica mineira Márcia Pinheiro:
"O Museu do Vazio ficou muito bom principalmente porque é 'preenchido' pelo 'Brasileirinho!'
O Vazio pode muito bem acolher gente que adora dançar 'chorinho'!
O Vácuo é praticamente inexistente na nossa 'atmosfera' salvo aqueles bem de dentro de nós!!!!!
E o Nada???
Nada para mim... só do verbo nadar porque o Nada é muito difícil de ser conhecido... e vivido...
Nenhum dos humanos, desde que o Antropos existe, ninguém nunca pode fazer a experiência
do Nada justamente porque estamos aí, né?
Vocês são um convite à filosofia!"
Márcia Pinheiro

MUSEU DO VAZIO - TEXTOS - ACERVO

Um texto para contribuir para a discussão do Vazio, um excerto de Teixeira Coelho, enviado pela ântropa Olívia Niemeyer. Faz parte, agora, do nosso Acervo.
Meninas, tirei o fim do artigo do Teixeira Coelho do site da revista Bravo para enviar às Antropas. Não entendi tudo, mas estamos em época de mudanças e o nosso museu é super bem-vindo... Olívia Niemeyer:

"(.............................................................................................................)
A bienal pode manter-se, ainda, com arte? Caso se paute pelo modo de ação do museu, sim. (Muita bienal já se abre para a documentação, para a revisão.) Mas, nesse caso, bienal para quê? Como distração, pode manter-se indefinidamente. Espaçar sua periodicidade, em busca da legitimidade perdida, é inócuo. A redundância está na base do sistema, da indústria. A lógica dessa industry sugere que o futuro da bienal estaria numa Fiba, uma federação internacional das bienais de arte, como a Fifa, ou num CBI, um comitê bienalístico internacional, como o COI, que em congressos se decidiria onde, em quatro anos, se faria a próxima bienal mundial ou o mundial das bienais. Com cerimônia de abertura cinematográfica e tudo. (Não é simples coincidência que o Comitê Olímpico Internacional tenha sido criado em 1894, um ano antes da Bienal de Veneza: por trás de ambos os fenômenos, a mesma cultura, a mesma lógica.)
A arte contemporânea em larga medida virou acadêmica, o antropólogo francês Lévi-Strauss tem razão, e as bienais também. Cabe esperar uma arte e um lugar da arte outra vez abertos à contemplação, a alguma coisa mais vital que um produto da industry, num momento em que os artistas têm fábricas e escritórios empregando dezenas de pessoas entre pesquisadores, engenheiros, curadores próprios, advogados? Valéry pensava, naquele mesmo texto, que sim, que as mudanças inovariam maravilhosamente a noção de arte. Talvez. De todo modo, o maravilhoso hoje está, como paradoxo, no velho: no museu, muito mais que na indústria, quer dizer, na bienal, na feira. E nos análogos do museu, como as fundações de arte (a Pinault, em Veneza; a Beyeler, em Basiléia), igualmente baseadas nas idéias de coleção e seleção.
(Mas, claro, a gente sempre quer também diversão, não só arte...)"
ATENÇÃO: vale a pena ler o texto em sua íntegra, também publicado na revista. Lalau Mayrink

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

MUSEU DO VAZIO - GALERIA DE FOTOS




Este é o Espaço Cheio de Vazios de Sílvia Matos

SALÃO DE PIRACICABA E PARALELA DO GRUPO ANTROPOANTRO

Divulgamos o convite para o Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba, 2008, que acabamos de receber.
CONVITE- SAC- 2008

A Pinacoteca Municipal " Miguel Dutra ", órgão da Secretaria Municipal da Ação Cultural de Piracicaba convida a todos para a abertura do 40° SALÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE PIRACICABA.
Dia 03 de outu br o (sexta-feira) às 20horas.
Local: Pinacoteca Municipal "Miguel Dutra"
Rua Moraes Barros, 233 - Centro.
Informações: Telefax: (19) 3433.4930 - 3402.9601
Após a cerimônia de entrega de prêmios, contaremos com performance da artista ELKE MARAVILHA.
Contamos com sua presença!
Aproveitamos a oportunidade para parabenizar nossa amiga e ex-ântropa Alice Grou, que recebeu o prêmio aquisição integral!
Divulgamos também a Programação completa do SAC, que inclui a paralela do Grupo Antropoantro no dia 09/10, às 19:00h, no
Centro Cultural Martha Watts.
O título da nossa exposição é:
"www.antropoantro.blogspot.com - Museu do Vazio".
Programação 40° SAC 2008

Dia: 03 de Outubro
Horário: das 17:00 às 18:00h.
Bate Papo com o Júri de seleção e premiação:
Profª Drª Ester Grinspum, Profº Dr Domingos Tadeu Chiarelli, Profº Drº Marco Garaude Gianotti.
Local: Sala de Oficina Pinacoteca Municipal “Miguel Dutra”.
Inscrições na Pinacoteca

- Abertura e Premiação do 40° Salão de Piracicaba

Dia: 03 de Outubro
Horário 20:00h
Local: Pinacoteca Municipal “Miguel Dutra”

- Performance

Local: Sala de Exposições “Archimedes Dutra”
Com Elke Maravilha.

- Homenagem Especial

ERMELINDO NARDIM

- Mostra Paralela

Grupo Antropoantro de Campinas
Dia: 09 de Outubro
Horário: 19:00h
Local: Centro Cultural Martha Watts


- Intervenção Urbana
Fabiana Pantarotto e Danny Asa
Dia: 15 de Outubro
Horário: 16:30 às 18:00h
Local: Praça José Bonifácio


- Cursos:

Capacitação de Professores
Profª Ana Maria Paladino e Prof. Odair Jorge Demarchi
Dia: 22 de Outubro
Horário: 9:00h e às 14:00h
Local: Sala de Oficina da Pinacoteca Municipal “Miguel Dutra”

- Palestras

“Arte Hoje: Reflexões sobre a Complexidade e Fractalidade”
Palestrante: Profª Drª Daisy Piccinini
Dia: 10 de Outubro
Horário: 20:00h
Local: Sala de Oficina da Pinacoteca Municipal “Miguel Dutra”


“O Contemporâneo: A Arte, Seus Territórios e Seu Ensino”
Palestrante: Profª Drª Mirian Celeste
Dia: 24 de Outubro
Horário: 20:00h
Local: Sala de Oficina da Pinacoteca Municipal “Miguel Dutra”

AÇÕES EDUCATIVAS:

De 6 a 30 de outubro
Das: 9h às 11h e das 13h às 17h
Agendamento pelo fone: (19) 3433 4930 – 3402 9601

TranSAC- Transporte de crianças para o local da exposição-SAC


ORGANIZAÇÃO da PINACOTECA “MIGUEL DUTRA” pela SECRETARIA DA CULTURA DE PIRACICABA.

Comissão-2008

Darci Longo Libardi – Diretora da Pinacoteca
Guilherme Cotrin Dias – Presidente
Maria Cristina Bilia Libardi – Vice-Presidente
Ana Maria Paladino- Arte Educadora
Odair Demarchi- Arte Educador