quarta-feira, 30 de julho de 2008

ANTROPOANTRO NO CUBO BRANCO EM RIBEIRÃO PRETO


Não se espantem com o sumiço das ântropas!
Estamos todas escondidas atrás destes cubos...
Como já foi dito aqui, eles estão de partida para Ribeirão Preto, para uma paralela ao Salão de Arte Contemporânea que abre no dia 7 de agosto na Casa da Cultura.
Qualquer hora dessas reapareceremos com novidades.
A foto acima é de Vane Barini e foi tirada no MACC - uma panorâmica do trabalho Antropoantro no Cubo Branco.

domingo, 27 de julho de 2008

PROJETOS EM ANDAMENTO - ApagAção ou Esqueçam o que escrevi


O projeto ApagAção ou Esqueçam o que escrevi foi iniciado em algum momento de 2005. Consiste em apagar uma escrita acadêmica que fez parte da minha vida (ainda faz, até certo ponto). Nesse apagar vale tudo: borrar a escrita, deixando ou não alguma coisa à mostra, cobrir a escrita com tinta acrílica, pastéis, desenhos ou fazendo colagens e recortes na página impressa. Ainda falta muito para terminar de apagar a revista de mais de 170 páginas... As imagens acima, escaneadas, dão idéia de como está ficando o trabalho.
Lalau Mayrink

sexta-feira, 25 de julho de 2008

ANTROPOANTRO NO CUBO BRANCO SERÁ PARALELA AO SALÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE RIBEIRÃO PRETO



É isso aí minha gente!
As ântropas andam ocupadas preparando as malas e os cubos para a viagem.
A exposição Antropoantro no Cubo Branco entra como paralela ao SARP-2008.
A abertura será no dia 7 de agosto às 20:30h na Casa da Cultura de Ribeirão Preto.
Depois divulgamos o convite...
Por enquanto, Lalau Mayrink anda procurando quem queira ajudar a martelar cerca de 1500 preguinhos para prender os mafagafos nas paredes do cubo... Só de pensar ela já está cansada!!! E Olívia Niemeyer está aceitando ajudantes para pregar os lambe-lambes do Baile e Beth Schneider quem queira ajudar com os ex-votos. A Vane só tem que instalar uma escada branca que ficou meio encardida e terá que voltar ao branco original, mas isso é fácil (será?). Agora, a Sílvia Matos, que prepara uma exposição individual que abre no MACC no dia 14, vai contar com a super ajuda do super Mário e está tranqüila, tranqüila. A Inês vai ser calma e rápida como sempre com seu inviolável de neon.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

(IN)VEJA DE ÂNTROPA


Sala dos Fios , 2001 - 2002 papel higiênico e pintura da série Red Serie 400 x 400 cm [área] Coleção do Artista
Reprodução Fotográfica Vicente de Mello

Estas fotos são de trabalhos de Gabriela Machado, uma artista nascida em Santa Catarina que vive e trabalha no Rio de Janeiro. Uma (in)veja de ântropas. A Sala de Fios, um trabalho de instalação feito com papel higiênico, é de uma leveza, transparência e graça que encantam.
Pode-se ver mais sobre o trabalho da artista no site
No site há um video que mostra a feitura da Sala de Fios no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, que vale a pena ver.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

ARTE/NÃO-ARTE

clique para ver o video

Eu sou artista. Eu quero que isto seja visto como arte.

Minha homenagem à Lívia, Maísa, Luísa, Sophia, Adriano, Rafaela, Elisa, Bruno, Felipe, Pedro, Gabriel, João Vitor, Carlos Eduardo, Fernanda, Raphael, Daniel, João, Dudu... e, claro, também à Lia que colecionou todos esses Bichos...Bichos...Bichos...

Lalau Mayrink

domingo, 20 de julho de 2008

Pichação é arte ou vandalismo?

osgemeos - gigante na fachada da Tate

pichação - numa fachada qualquer

No dia 18 de julho, uma manchete na Folha on Line chamou a atenção das ântropas: Escola expulsa aluno que vandalizou prédio para discutir arte.

A notícia conta que o rapaz comandou uma ação em que jovens, alguns mascarados, pintaram a fachada e outras dependências da escola de Artes com "letras pontudas de difícil decifração que caracterizam a pichação paulista"!

A ação aconteceu de noite, os rapazes esconderam as latas de spray debaixo das roupas como fazem os autênticos pichadores e houve troca de socos e pontapés com seguranças e prisão pela PM que foi chamada ao local. O rapaz considerava a ação como seu trabalho de conclusão do curso, mas a professora da matéria e a direção da escola consideraram a ação como um ato de vandalismo e o rapaz acabou expulso às vésperas da formatura.

Isto traz de volta a velha questão: o que é arte, o que não é.

O grafite já é considerado arte. A Tate, inclusive, já convidou grafiteiros para expor seu trabalho em sua fachada.

Mas a Tate ainda não convidou pichadores para expor lá as pichações.

Grafite é arte. Pichação é adrenalina, é vandalismo, é proibido...

Grafite também já foi, agora é permitido, é bonito, é expressão artística...

Grafite é desenho.

Pichação não é.

Não é mesmo? Por que? Se letras são desenhos, vieram de desenhos (basta saber um pouco da história da escrita).
Algum dia a pichação será considerada arte?
A respeito desta polêmica, segue um texto de Olívia Niemeyer, que discute a questão da oposição ARTE/NÃO-ARTE:
ARTE/NÃO-ARTE
Olívia Niemeyer
Nunca vamos conseguir resolver a oposição arte/não-arte. Não podemos dispensá-la nem aceitá-la como ponto pacífico, como verdade absoluta, sem discutir seus limites de todas as formas que soubermos.
Herdamos dos gregos a possibilidade de organizar nosso pensamento a partir de oposições, confiamos na possibilidade de estabelecer limites bem demarcados entre dois termos opostos e de considerar que um dos termos é inferior, ou secundário, ou complementar do outro. Segundo Jacques Derrida, pensamos a partir de dicotomias hierarquizadas. E isso é válido também para a questão artística.

As dicotomias na história da arte segundo Gombrich

Para Gombrich (teórico que inspirou Thomas Kuhn, o autor que fala de ‘mudança de paradigma’, citado por Romano Affonso de Sant´Anna no texto que você enviou), a preocupação normativa com rótulos e classificações levou à criação de várias dicotomias (uma “proliferação de polaridades”) ao longo da história da arte. Ele cita: sublime e belo, ingênuo e sentimental, ótico e háptico, aditivo e divisório, fisioplástico e ideoplástico, linear e pictórico, forma fechada e aberta, clareza e obscuridade, multiplicidade e unidade. E, naturalmente, podemos acrescentar arte e não-arte, a preocupação maior de artistas, críticos, teóricos e apreciadores de arte. Podemos também observar que o grande número de polaridades já aponta para uma diversidade impossível de ser contida dentro, justamente... de polaridades.

Essa proliferação de dicotomias ao longo da história da arte (e em todos os campos do pensamento ocidental) não é inútil e, assim como rótulos e classificações, contribuem para organizar nosso saber e continuam sendo pertinentes para explicitar e comunicar um conhecimento, sobretudo depois que reconhecemos seus limites e os pressupostos que lhes servem de base.

A questão então é examinar quais os pressupostos atuais que nos servem de paradigma para podermos dizer o que ‘é’ arte e o que ‘não é’. Qual arte é, atualmente, considerada séria (a que está nos museus e galerias?) e qual é a não/séria? (a do grafiteiro? A do aluno que foi expulso da faculdade?). Qual arte está, atualmente, dentro do campo artístico e qual está fora? Como sabemos que ultrapassamos esse limite (não demarcado) entre arte/não-arte. Para mim, é claro, o filósofo que melhor examina os limites e os pressupostos das dicotomias é o Jacques Derrida.

A questão do limite

O limite marca um espaço em volta de um território geopolítico, de uma obra de arte, de um texto, determina o lugar onde uma coisa termina e a outra começa. A história da arte sempre se ocupou em examinar e justificar suas fronteiras, traçando-as repetidas vezes e de diferentes maneiras. Concebeu, estabeleceu e.... transgrediu esses limites, transportando o que era visto como ‘fora’ do campo da arte para ‘dentro’ de seus limites. Duchamp consegue isso, ao colocar a roda de bicicleta ‘dentro’ de um museu.

A auto-imunidade segundo Derrida.

Podemos apreciar melhor a questão da apropriação ou transbordamento entre limites pela noção de auto-imunidade na forma que é desenvolvida por Derrida em seus últimos textos (como Voyous
[1], e na entrevista “Auto-imunidade: suicídios reais e simbólicos”[2]).
Numa longa nota de rodapé Derrida tenta explicar o uso desse termo retirado da biologia e articulado, por ele, à religião, à ciência, à democracia. E que eu gostaria de aproveitar para pensar a arte contemporânea.
O sistema imunológico protege nosso organismo contra agressões externas, cria fronteiras para nos defender contra o que não faz parte do nosso corpo, contra o que está ‘fora’, como vírus e bactérias. Mas, ao mesmo tempo, precisa abrir suas fronteiras, por um processo de auto-imunização, para o estrangeiro, para a aceitação do outro, aceitação de algo que não é propriamente seu, por exemplo, um órgão transplantado, um enxerto. A auto-imunidade é vista, portanto, não somente como ameaça, mas também como a possibilidade de sobre-vida do corpo, da democracia, do texto.
O que é conceituado como arte em determinada época deve permanecer atento às suas fronteiras (não pode aceitar um ‘vale tudo’, não pode se deixar contaminar pelo que está ‘fora’), mas não pode deixar de se abrir para o outro, para as novas formas do fazer artístico.
O paradoxo de ter de se situar dentro do que os críticos consideram arte e a necessidade (para a sobrevivência dessa própria arte) de aceitar o que está ‘fora’ gera, certamente, um desencorajamento no artista, e naqueles que apreciam arte. Mas essa é uma provação necessária. Arte não é feita por meio de um projeto tranqüilizador, sem aporias, sem contradições, sem a indecisão que gera decisões corajosas e responsáveis. Para Derrida, não há decisão nem responsabilidade sem a prova da aporia ou da indecidibilidade.
O artista, ao fazer sua obra, assume um risco, sem garantias e sem proteção, consciente da possibilidade do seu trabalho não ser aceito como ‘arte’, de não ser séria, de estar oferecendo somente uma ilusão, uma fraude ao seu espectador.
Não podemos deixar de acrescentar que nem todos nossos projetos artísticos se equivalem, há aqui uma questão de limite, de fronteira entre erros e acertos... com toda a riqueza problemática do limite, com toda sua economia e estratégia, como está sendo discutido aqui. Muitas vezes, o limite do erro só é visto depois de transposto, na observação do outro (de um crítico, por exemplo) ou na sua própria crítica depois de um certo tempo, de um certo afastamento, quando a própria obra é examinada como se fosse a obra do outro.

[1] Derrida, J. (2003). Voyous. Paris : Editions Galilée.
[2] Borradori, G (2004). ‘Auto-imunidade: suicídios reais e simbólicos’, em Filosofia em tempo de terror - diálogos com Jürgen Habermas e Jacques Derrida (tradução de Philosophy in a time of terror por Roberto Muggiati). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. (N.da T.).




sexta-feira, 18 de julho de 2008

Museu do vazio -vazio-o que sobra

clique para ver o video

ROUBO DE OBRAS DE ARTE EM MUSEU DE ESTOCOLMO - SERÁ QUE SERVE DE CONSOLO?

Andy Warhol - Superman (série Myths)

Andy Warhol - Mickey Mouse (série Myths)

Roy Lichtenstein - Crak

Roy Lichtenstein - Sweet Dreams Baby



Essa é a postagem número 300 deste blog, iniciado em novembro de 2007.
É triste, mas é sobre roubo em museus...
Desta vez não foi no Brasil não! Foi na Suécia. Os ladrões entraram no Museu Abergs, perto de Estocolmo, e em dez minutos levaram duas obras de Andy Wahrol e três de Roy Lichtenstein.
Pelo visto faltava Art Pop na coleção de quem encomendou...
Ou algum magnata queria decorar o quarto de alguma criancinha bem nascida com quadros famosos que remetessem a histórias em quadrinhos...
As fotos acima são de quatro das cinco obras roubadas, que fui buscar no Google.
Acho que não serve de consolo saber que há roubo de arte em qualquer parte do mundo. O problema é que quando a arte é vista como mercadoria (e valiosa!) passa a ser objeto cobiçado também por ladrões, que raramente são encontrados e identificados. Pode até ser que encontrem aqueles que entraram no museu para surrupiar os quadros, mas a mão de gato por trás fica sempre anônima e impune!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

MARCEL DUCHAMP NOS 60 ANOS DO MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO

Marcel Duchamp - Roda de Bicicleta - 1913

Para comemorar os 60 anos do MAM - SP foi aberta, hoje, 16 de julho, uma exposição de obras de Marcel Duchamp, a primeira que se realiza no Brasil.
Segundo o noticiário, Duchamp deveria ter sido o curador da mostra de abertura do MAM. As obras selecionadas por ele, entre elas trabalhos de Rothko, Miró, Mondrian, estavam já embaladas e prontas para o embarque, mas o encarregado de entregar o dinheiro da viagem sumiu com os dois mil dólares que deveria entregar a Duchamp...
Agora a mostra é de obras de Duchamp, o artista. Um dos nomes fundamentais para entender a arte contemporânea chega finalmente ao MAM.
Transcrevemos abaixo a resposta da curadora da mostra que esclarece o que esperar desta exposição.
Certamente vale a pena conferir.


Da entrevista de Elena Filipovic, americana e curadora da exposição, à página da UOL

UOL: Quantas obras terá a exposição?
Elena Filipovic: Cerca de 150, mas eu sempre fico um pouco hesitante em dizer um número de obras, porque acho que as pessoas comparam com exposições que elas conhecem: elas pensam em 150 quadros, e não é o caso. Nesta exposição, há alguns trabalhos grandes e mais espetaculares, digamos assim, como a réplica do "Grand Verre" ("Grande Vidro"), que vem da coleção do Moderna Museet, de Estocolmo; mas também alguns trabalhos pequenos, emprestados pelo Museu da Filadélfia ou pela família de Duchamp, que são fundamentais no pensamento do artista. O título da exposição ("Uma obra que não é uma obra 'de arte'") vem de uma citação de algo que o próprio Duchamp escreveu em 1913. Essa questão de o que é uma obra de arte, de onde fica a linha divisória, está muito presente na exposição.
Teremos réplicas de vários ready-mades. Na verdade, qualquer ready-made que se vê num museu hoje é uma réplica, pois os ready-mades originais não existem mais, foram todos perdidos ou destruídos. Teremos reconstruções e documentação de obras efêmeras, que também não existem mais. Por exemplo, Duchamp estava diretamente envolvido na montagem de suas exposições. Isso não dura, pois exposições são efêmeras, mas a exposição terá documentação sobre elas. Haverá também projetos e designs feitos para livros, coisas pequenas, que, para o visitante desatento, pode passar despercebido nessa contagem de obras da exposição. Nós temos uma quantidade substancial de peças originais, mas eu, como curadora, quis brincar com essa questão que está no centro do trabalho de Duchamp, essa sua fascinação pela reprodução, pela réplica e com o questionamento do status da obra de arte.Eu diria, então, que é uma exposição pequena e grande ao mesmo tempo, pois ela tem essa complexidade.

sábado, 12 de julho de 2008

sexta-feira, 11 de julho de 2008

UM TEXTO DO LUCIANO TRIGO

Transcrevo abaixo o texto de Luciano Trigo publicado no dia 9 de julho no Blog da página da Globo. Ele tem razão. Essa instalação é bem estranha. E o que o artista fala dela, no meu entender de lingüista, não é nada além de um monte de lugares comuns...
Mas o camarada está expondo na Tate Britain! É, portanto, um artista consagrado... Fazer o quê???
Lalau Mayrink



Festival de Besteiras
Postado por Luciano Trigo em 09 de Julho de 2008 às 15:15
Parodiando Sérgio Porto, o FEBEAARCO - Festival de Besteiras que Assola a Arte Contemporânea - continua. Desta vez a notícia vem de Londres. Uma instalação do artista inglês Martin Creed consiste no seguinte: um atleta voluntário atravessa correndo a galeria a cada 30 segundos.
A instalação, intitulada Obra Número 850 (imagine as outras 849…) está sendo patrocinada pela Sotheby’s e foi inaugurada no dia 1 de julho, na galeria de escultura neoclássica do Museu Tate Britain.
Vale a pena ler a explicação de Creed, que recebeu em 2001 o Turner Prize, por outra instalação - uma sala vazia em que uma luz se acendia e apagava (esta foi a Obra Número 237):
“Gosto de correr. Correr é o oposto de ficar parado. Se você pensar na morte como sendo a imobilidade total e no movimento como sinal de vida, então o movimento mais rápido possível é o maior sinal de vida. Assim, correr rápido é como o oposto exato da morte: é um exemplo de estar vivo.”
Já o diretor do museu, Stephen Deuchar, afirmou que a obra “derruba qualquer idéia preconcebida sobre a maneira apropriada de se percorrer um espaço de arte”.
O Tate Britain faz um alerta aos visitantes: “Por motivos de segurança, pedimos que o público não corra ou crie obstáculos aos corredores.”

quarta-feira, 9 de julho de 2008

MARILYN MONROE PRESTIGIA ENREDE DO ANTROPOANTRO


Ela fez absoluta questão de posar com o cartão do EnRede!
Fazer o quê?
Estrela não pede, manda! Principalmente em Festival de Cinema...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

NO TAPETE VERMELHO DE NOVO!!!

Gostou tanto do tapete vermelho que voltou no dia seguinte, para levar o postal do Antropoantro e ser fotografado pela Inês...
Atenção!
Essa foto não foi tirada na Grécia antiga não, viu?
Qualquer semelhança é só mera coincidência!

domingo, 6 de julho de 2008

A ESTRELA DO FESTIVAL DE CINEMA DE PAULÍNIA

Nossa Escultura que não deu Certo compareceu à abertura do Festival Paulínia de Cinema, como convidada especial:


Aqui está ela, chegando de limousine...

Desfilando no tapete vermelho...

Subindo a escadaria entre os convidados...

E deixando o auditório...

sexta-feira, 4 de julho de 2008

MUITA ATENÇÃO PARA O MEU HORÓSCOPO DE HOJE


Rotina deve ser alterada com toques de arte, criatividade e inspiração. Você estará alérgico a criticas, regras estreitas, cobranças miúdas e a gente mesquinha.
As coisas podem ficar explosivas se alguém forçar você a agir contra sua sede de experimentar o novo.
Caos criativo.
Genialidade e intuição.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

CASA NA CIDADE

Antropoantro recebeu o convite abaixo e como achou a idéia desses projetos excelente quer participar divulgando .