segunda-feira, 30 de junho de 2008

(IN)VEJA DE ÂNTROPA... A BELEZA DO TRABALHO DE ALICE GROU

Alice Grou- Igarapava - 2008


Alice Grou - Igarapava - 2008 (detalhe)

As fotos são do trabalho de Alice Grou, nossa querida amiga e ex-ântropa, que ainda podem ser vistos no Atelier Aberto.
Parabéns, Alice Grou, pelo belíssimo trabalho.

domingo, 29 de junho de 2008

AS AVENTURAS DO HOMEM DE PLÁSTICO: JOAQUIM EM NEW YORK...

Joaquim walking...

Joaquim at the Starbuck Coffee...

Joaquim and the water gay...

Pois é, em New York nossa escultura que não deu certo adotou o nome de Joaquim, ou Joachim se preferirem...
Joaquim, aliás, foi o nome sugerido por uma criança na primeira CirculAção da nossa escultura por Campinas, no ano de 2005, quando a levamos para passear de ônibus urbano entre os terminais de Barão Geraldo e o Terminal Central.
Segundo Vane - e o Ricardo é testemunha! - Joaquim fez o maior sucesso entre os novaiorquinos! E a cara dos homens, nas fotos acima, mostram bem isso...
Imaginem vocês que até quiseram comprar o Joaquim!
Claro que, como membro do Antropoantro, ele não está à venda, nem nas melhores casas do ramo.

Fotos de Vane Barini, tiradas nas ruas de New York

sábado, 28 de junho de 2008

INDIVIDUAL DA EX-ÂNTROPA ROSALI PLENTZ

Rosali Plentz fez parte do Grupo Antropoantro na época de sua criação. Depois essa gaúcha nos abandonou e voltou a Porto Alegre, onde continua atuando. Ela nos mandou o convite de sua individual que abre no dia 03 de julho próximo.
Parabéns Rosali!
O Antropoantro deseja o maior sucesso!!!



DESENHOS, de Rosali Plentz
A indiviual de ROSALI PLENTZ vai comemorar o 23 aniversário da Arte&Fato.
Esta galeria foi inaugurada em 17 de julho de 1985 com o objetivo de promover a arte gaúcha contemporânea. Esta trajetória está marcada pelo lançamento de nomes importantes da geração 80 no Rio Grande do Sul e a revitalização de alguns talentos. Até hoje Arte&Fato é sinônimo de inovação. Sua programação se caracteriza pelo ecletismo, sem preconceitos com técnicas e correntes artísticas.
Segundo a artista, os trabalhos que apresentará nesta exposição são desenhos que questionam as possibilidades de se encontrar um valor nas diferenças dos traçados.
Partindo do pressuposto do módulo e suas repetições, utiliza-se do traço nas suas variações possíveis: modulações, repetições, texturas, cores, movimentos, e espessuras.
Traz o gesto como um fazer automático, onde não há marca do tempo: é extemporâneo, ou uma contagem do tempo, talvez um passatempo.
O ato de fazer um traço atrás do outro produz modificações neles, cujo resultado torna-os sempre diferentes. Eles são sempre modificados: às vezes, são leves, às vezes fortes, em outros momentos brilhantes, ou fracos, mas sempre espontâneos. Produz-se, assim, uma certa organização que gera uma composição onde as sobreposições e os contrastes tornam-se a sua marca, onde a preocupação não está da tridimensionalidade mas sim na superfície, na bidimensionalidade.
Olhando por cima ou da profundidade da superfície
"(...) O método de desenho utilizado por Rosali Plentz está estabelecido a partir de regras rígidas nas quais as permutas, os traços e as hachuras são ordenados de acordo com o princípio das oposições: claros x escuros, ocupados x vazios, densos x rarefeitos. É um método cujo resultado final indica uma única direção: o da simplicidade. A simplicidade artística implica na parcimônia e no ordenamento (Arnheim: 1992: p.51), qualquer que seja o nível de complexidade do trabalho.
Estamos frente a uma artista que se submete a uma rígida disciplina construtora, não se permitindo ir além do necessário aos seus propósitos, acabando por exigir também do seu espectador um exercício da percepção pura e simples das superfícies, obrigando-o a abandonar a inclinação natural de ver formas ao se deparar com uma folha de papel desenhada. Rigoroso e econômico, o seu processo permite-lhe uma tal diversidade que podemos dizer, observando seus desenhos, que existe profundidade na superfície. "
Paulo Gomes
Artista plástico, curador independente e crítico de arte. Doutor em Artes Visuais - Poéticas Visuais (UFRGS, 2003).


DESENHOS, de Rosali Plentz
Abertura: 03 de julho de 2008,19h.Exposição: 03 de julho a 02 de agosto de 2008.
Horários: segunda a sexta, das 14h às 18h. Sábados, das 10h às 13h.
Onde:Galeria Arte & Fato - R. São Manoel, 285 - Porto Alegre - RS
Fone:(51) 33339044
Site:
artefatogaleria.blogspot.com

quinta-feira, 26 de junho de 2008

PROJETOS EM ANDAMENTO: OLÍVIA NIEMEYER

É bom tentar coisas novas. Achei uma caixa com alguns lápis de cor e me arrisquei a fazer desenhos coloridos. Olhem só:





... esses são bem pequenos. Agora vou tentar fazer maiores.
Me aguardem....

terça-feira, 24 de junho de 2008

(IN)VEJA DE ÂNTROPA...

Olafur Eliasson - Room for one colour - 1997


É uma inveja boa, da nossa ântropa Vane Barini que conseguiu ver ao vivo e a cores a exposição do Olafur Eliasson, Take your time, que fica no MoMa e no PS1 de NY até o dia 30 de junho.


Daqui, a gente só consegue ver pela internet, no site do MoMa: http://www.moma.org/ .


Já dá uma idéia, mas vontade mesmo era ver de perto!!!


Infelizmente não consegui pegar nenhuma imagem desta exposição no site do MoMa. Vamos aguardar pelas fotos que a Vane, certamente, fez lá. Depois a gente mostra. A imagem acima foi conseguida no site do próprio artista.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

ELE ESTÁ DE VOLTA!!!


Queridas amigas,
Cheguei ! Estou louca para contar para vocês como nosso homem fez sucesso lá fora ! Aqui ele está com uma funcionária do PS1, museu que é uma extensão do MOMA.
saudades bjs

Vane

domingo, 22 de junho de 2008

(IN)VEJA DE ÂNTROPA...


"Desvio para o vermelho" (detalhes) - 1967/98



"Inserções em Circuitos Ideológicos" - 1970

Cildo Meireles está se preparando para uma série de grandes exposições individuais em dois dos mais importantes museus do mundo: a Tate Modern de Londres e o Museu Reina Sofía, de Madri. Na Tate Modern, Cildo apresentará instalações de grande porte, a partir de 14 de outubro de 2008. A exposição seguirá para Barcelona, Houston e Los Angeles.
Já a exposição em Madri acontecerá em 2010 e decorre do prêmio Velázquez, concedido pela primeira vez a um artista não espanhol, que ele recebeu das mãos do rei Juan Carlos, da Espanha, no último dia 9.
Cildo Meireles está com tudo!

sexta-feira, 20 de junho de 2008

O ABRAÇO DO ANTROPOANTRO PARA O ARQUITETO E ARTISTA MARCO DO VALLE

"ROMA-ISETTA" - (2003) Série Designers



O Grupo Antropoantro manda um grande abraço para o nosso amigo Marco do Valle.

Hoje ele recebe o título de Cidadão Campineiro, um título bem merecido por tudo o que tem feito pela Arte e por Campinas! Ele é um dos pioneiros da video-arte no Brasil e conta com a (IN)VEJA do Grupo Antropoantro. Em 1996, alguns dos membros do grupo - que foi criado só posteriormente - fizeram uma Oficina de Escultura, ministrada por Marco do Valle, no Ateliê de Sílvia Matos. Bons tempos!!!

Marco do Valle é o atual coordenador do Grupo Gestor de Eventos Institucionais da Unicamp (GGEI).



Marco do Valle, receberá o título de Cidadão Campineiro nesta sexta-feira (20), às 20 horas, na Av. da Saudade, 1004, no bairro da Ponte Preta, em Campinas.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

(IN)VEJA ... MAIS (IN)VEJA...

Conical intersect, 1973 © Gordon Matta-Clark, by SIAE 2008

Uma retrospectiva do trabalho do "anarquiteto" Gordon Matta-Clark, aberta no dia 6 de junho, está acontecendo na Itália, mais precisamente em Siena. É a primeira exposição totalmente dedicada ao artista na Itália e vai até 19 de outubro.
As primeiras intervenções de Matta-Clark aconteceram em prédios abandonados e semi-destruídos, posteriormente definidos como "não-lugares".

Uma inveja dupla do Antropoantro: do próprio trabalho de Matta-Clark e de quem está com passagem comprada para a Itália e poderá ver essa retrospectiva...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

MAIS (IN)VEJA...





Albano Afonso - Que horas são no paraíso?
Instalação - 2007


Uma caixa de ossos com pequenos pedaços de espelho colados reflete no teto todo negro uma infinidade de estrelas...

Veja mais sobre o artista e seu trabalho (in)vejável no site da galeria Casa Triângulo

terça-feira, 17 de junho de 2008

(IN)VEJA DE ÂNTROPA...

Your black horizon - 2005

Your invisible house - 2005

1 m3 light - 1999


Vejam se não é para ter (in)veja destes trabalhos do Olafur Eliasson. Vale a pena ver mais no site do artista http://www.olafureliasson.net/.
Tenho quase certeza de que essa é uma (in)veja de todo o grupo Antropoantro...
Lalau Mayrink

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Aconteceu de novo!!! Desta vez na Pinacoteca...

Pois é. Desta vez os ladrões entraram em pleno meio-dia na Estação Pinacoteca e levaram quatro obras: dois Picasso, um Lasar Segall e um Di Cavalcanti.


Pelo visto, a culpa foi da criançada de uma escola municipal que visitava a Pinacoteca e fazia muita bagunça... pelo menos foi o que li na página da UOL.


Três homens entraram armados, como se fossem visitantes, aproveitando-se da "bagunça das crianças", renderam funcionários e escolheram as obras que queriam levar... essas, aí em baixo:

Vai ver foi encomenda de algum apaixonado, para presentear a amada no Dia dos Namorados que se comemora hoje!!!
Vocês ainda se lembram que o roubo no MASP aconteceu na véspera do Natal de 2007???

ESSE CARA AGORA ESTÁ INDO LONGE DEMAIS!!!


quarta-feira, 11 de junho de 2008

PROJETOS EM ANDAMENTO: ALBANO AFONSO DISCUTE O TRABALHO DE OLÍVIA NIEMEYER

Albano Afonso discute o trabalho da nossa produtiva ântropa Olívia Niemeyer, naquele dia em que a Vane não prestou atenção a nada e fotografou tudo...
Vejam como a Olívia está atenta!!! A Tina também!!!




Detalhes do trabalho minucioso da Olívia Niemeyer.

E as grandes telas.

terça-feira, 10 de junho de 2008

(IN)VEJA DA ÂNTROPA LALAU MAYRINK: OS TRABALHOS EM PAPEL DE AMÉLIA TOLEDO

Trabalhos em papel da artista Amélia Toledo, lindos e inspiradores! Busquei-os no site oficial da artista, na página da UOL, de onde vem também o texto de Ana Maria Beluzzo sobre estes trabalhos.
O papel não tem que ser necessariamente um suporte para o desenho ou a pintura. Sua plasticidade e materialidade podem ser exploradas de várias maneiras e o trabalho desta grande artista mostra isso...

Obra em Papel
O papel é corpo e matéria nas obras dos anos cinqüenta - no corte preciso e geométrico do Livro da Construção e nas colagens de papel de seda rasgado. Nos anos sessenta e setenta o papel é suporte para mail-art, publicações em off-set, serigrafias, litografias e aquarelas. Na década de oitenta, a materialidade do papel ganha nova ênfase nas moldagens das Emergências e na série Incrustações da Memória. Nos anos noventa, prensada entre vidros, a matéria tênue do papel adquire dimensão de escultura na série dos fiapos.
Ana Maria Belluzzo


Colagem, 1961.Papel de arroz, corantes e cêra. 50 x 27 cm

Rosa Contemporânea para Fernando Lemos, 1965.Papel de arroz recortado. 24 x 24 cm.


Caligrafias, 1979.Aquarela. 58 x 77 cm.
Rolinho de Horizonte, 1984.Resina acrílica sobre papel japonês. 30 x 80 x 3 cm.


Incrustações da Memória, 1999.Papel artesanal com fragmentos de madrepérola. 38 x 38 cm.