sábado, 31 de maio de 2008

Kopljar (in)veja Vane Barini

Meninas
Tb morri de inveja de ver as exposições do R. Gerchman (Fotopintura) , com um vídeo super bom na entrada, dele mesmo falando do próprio trabalho ) .Essa galeria é muuito caprichosa E depois vi o trabalho daquele croata que saiu na R. Bravo, ajoelhado diante de vários lugares-símbolo. do nosso tempo.Vs lembram? O nome dele é Zlayko Kopljar e o site é http://www.kopljar.net/. Ele tem um trabalho( que vi na internet lá na Galeria ) em que coloca artistas -amigos que são bons , mas não estão inseridos no mercado, "jogados" em lugares meio esquecidos... Eu queria ter feito esse trabalho e o do Rubens , que tb é com fotografia pintada... Vane Barini

Zlatko Kopljar (1962) is an visual artis. He has exhibited at Sao Paulo Biennale, Museum of Contemporary Art in Zagreb, Museum of Modern and Contemporary Art Rijeka, The Kitchen - New York, Gallery Manes- Praha, etc.His work are in collections of the Museum of Contemporary Art in Zagreb, Museum of Modern and Contemporary Art Rijeka, Museum of Modern Art Zagreb, Filip Trade collection, etc.He graduated painting in 1991 with professor Carmelo Zotti from Academy of Fine Arts in Venice, Italy. Lives and works in Zagreb, Croatia.

K9 compassion 2003






compassion+ 2005





sexta-feira, 30 de maio de 2008

Marcelo Mosqueta Coluna (in)veja

gravuras em grande formato


"Desde 1999 venho trabalhando com gravura em metal e pesquisando novos suportes e limites, bem como a utilização de vários meios no processo gráfico. Atualmente o desenho e sua relação com a fotografia tornou-se foco do meu trabalho. A ligação da paisagem com a memória é o principal interesse de minha pesquisa".Segundo escreve Marcelo . site marcelomoscheta@mac.com Formado em Artes Plásticas pela UNICAMP em 1999, vive e trabalha em Campinas (SP), onde desenvolve projetos no ateliIe/8. Trabalho muito bom,por isto a (in)veja do grupo. .Recentemente realizou projeto de residência em Rennes, França I Bolsa Iberê Camargo 2007. O grupo acompanha e admira a excelente trajetória do Marcelo. Parabéns pelo trabalho . Beth Schneider






















gravura Universalis de 2003, 260 gravuras de mariposas são coladas diretamente na parede do museu. -



fotos Olivia Niemeyer
NAQUELES DIAS ÉRAMOS COMO NEBLINA grafite sobre PVC expandido I 67 x 190 cm I 2008


quarta-feira, 28 de maio de 2008

20 anos sem Alfredo Volpi




Alfredo Volpi morreu em 28 de maio de 1988. Hoje faz 20 anos que esse pintor ítalo-brasileiro faleceu. Mas sua obra permanece viva!
O Grupo Antropoantro homenageou esse grande artista no ano passado, descobrindo Volpi na Ponte Pênsil de Piracicaba:




terça-feira, 27 de maio de 2008

LESMAS DÃO SAMBA... E TAMBÉM POEMAS COMO COMENTÁRIO


Sílvia Matos - Ausência II (detalhes)


As Ausências I e II de Sílvia Matos receberam um belo comentário poema:


Ausências
(sobre fotos de Sylvia Matos)

Prá onde foram essas travessas lesmas?
Amantes deixaram marcas do corpo no corpo e foram...
E vão de corpo em corpo,
fugindo à mais remota suspeita de sal.
De corpo a corpo se esgueiram lentas como a eternidade
E rápidas como madrugadas
Desmancham-se em sol.

Rasia 26/05/08

250 Postagens parabéns

Parabéns Lalau por 250 postagens Beth

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Projetos em andamento: Tanglewood - um concerto em aquarelas...

Esta é uma tentativa de transformar em video uma série de desenhos aquarelados feita em 2002 durante um ensaio da orquestra de Boston, em Tanglewood. Passei o concerto desenhando o maestro Seiji Osawa em ação. Na época eu estava interessada em desenhar coisas e pessoas em movimento. Os desenhos/aquarelas foram escaneados do meu sketch book, depois recortados (havia mais de um em cada página), o tamanho da imagem foi ampliado e trabalhei um pouco cada imagem no computador. Depois montei este "video", anexando inclusive um trecho da música que a orquestra ensaiava: a Symphonie Fantastique de Berlioz.

Lalau Mayrink

LESMAS DÃO SAMBA MESMO! SILVIA MATOS FOTOGRAFA INDÍCIOS DELAS...

Por falar em lesmas, seguem dois painéis de fotos que tirei numa manhã em que a passarela do meu ateliê estava cheia de orvalho e as lesmas tinham deixado desenhos – rastros – nela.
Essas fotos fazem parte da Série Temporalidade e eu as chamo de Ausência I (lesma cinza) e Ausência II (lesma roxa).


Sílvia Matos - Ausência I

Sílvia Matos - Ausência II

Texto e fotos de Sílvia Matos

domingo, 25 de maio de 2008

PINTAR PENAS? QUE PENA... MAS PINTAR LESMAS DÁ SAMBA... E PROVOCA (IN)VEJA DE ÂNTROPA!



Os ingleses parecem determinados a deixar o Antropoantro com (IN)VEJA.
Esse agora transformou lesmas em arte de rua. O artista se chama Slinkachu e pintou a concha desses bichinhos e soltou-os pelas ruas de Londres.
" 'As lesmas tiveram suas casas vandalizadas’, afirmou o artista", segundo a reportagem que apareceu ontem no G1, da página Globo.com.
A ântropa Beth Schneider ficou com muita INVEJA e Lalau Mayrink também... Não é a mesma coisa que pintar penas. É como criar um grafite ambulante. Um uso criativo de um suporte inusitado para a arte.

sábado, 24 de maio de 2008

(IN)VEJA DE ÂNTROPA... DE NOVO!


O Telectroscope de Paul St. George
"Túnel virtual conecta e vira atração nas ruas de Londres e NY"
Mathew PriceDe Nova York para a BBC News

"Um túnel virtual, conectando Nova York e Londres e possibilitando a comunicação visual entre pedestres dos dois lados, virou uma atração nas ruas das duas cidades. A instalação - o Teletroscope - foi criada pelo artista britânico Paul St George e inaugurada na quinta-feira. Segundo ele, o "túnel" passa por dentro da terra (uma distância de 5.585 km) e, com o uso de espelhos, traz imagens de uma cidade para a outra. Na realidade, o efeito é conseguido por meio de câmeras conectadas como uso de fibras óticas.
(...)
Quando alguém olha pelo "túnel", vê gente do outro lado do Atlântico. Ao acenar, as pessoas do outro lado acenam de volta. A comunicação verbal é feita por mensagens escritas em uma lousa."




A notícia e a foto acima estão na página da UOL, hoje. Sobre ela, a ântropa Sílvia Matos comenta:

Isto é genial! Deve ir para a nossa inveja.
Mais ou menos o que acontece nas peças "Play on Earth" e "What's wrong with the World".
As peças acontecem simultâneamente nos 3 ou 2 países, ao vivo, no teatro e nos telões do palco.
O público de cada país pode se cumprimentar antes e depois da peça.
É muito interessante essa comunicação virtual.

Nesses casos, o fato está ocorrendo na realidade.


O nosso trabalho com os postais também é legal porque mexemos com a memória do público.
Fica a dúvida se aconteceu ou não...
É, não é atoa que o tempo encurtou!!!

Grupo Antropoantro - 2007

Descobrindo Volpi na Ponte Pênsil

sexta-feira, 23 de maio de 2008

(IN)VEJA DE ÂNTROPA... O GRUPO ANTROPOANTRO QUERIA TAMBÉM PINTAR AS PAREDES DA TATE MODERN...


Dupla de grafiteiros OsGemeos apresenta ‘gigante’ em Londres
Personagem dos irmãos tem 20 metros de altura e foi feito diretamente na parede.
Brasileiro Nunca também foi convidado para grafitar a fachada da Tate Modern.

(manchete de ontem na globo.com)

Segundo a reportagem " A ação faz parte da mostra Street Art, que abre nesta sexta (23), levando pela primeira vez esse tipo de manifestação artística ao museu - considerado um dos mais importantes da Europa."

Que inveja!

O Grupo Antropoantro também queria estar lá, nem que fosse só prá ver de pertinho...

quinta-feira, 22 de maio de 2008

(IN)VEJA DE ÂNTROPA... Olívia Niemeyer

Henrique Oliveira
Ourinhos - SP, 1973
vive e trabalha em São Paulo

Esta é uma inveja da ântropa Olívia Niemeyer.
A pintura de Henrique Oliveira lembra as fotos de caçambas que a Olívia faz, não?
A foto abaixo é da "(in)veja maior" de Olívia:


Lindo trabalho! Uma pintura feita com madeiras envelhecidas? Belo exemplo de porque não vale a pena pintar penas... O trabalho de Henrique Oliveira é arte contemporânea, por certo! Como disse Sílvia Matos, aqui se aproveita de uma situação existente para criar o novo.
Veja mais sobre o trabalho deste artista em:
http://www.henriqueoliveira.com/pinturas.html
e
http://www.henriqueoliveira.com/biografia.html

quarta-feira, 21 de maio de 2008

PINTAR PENAS... QUE PENA!!!

Mais trabalhos contemporâneos:
Olívia Niemeyer fotografa caçambas de lixo, pelas ruas, e elas viram obras de arte contemporânea.



Olívia Niemeyer - Caçambas - 2008

Olívia Niemeyer - Andamento - Kairós




terça-feira, 20 de maio de 2008

PINTAR PENAS? QUE PENA!!! continuação....

Um trabalho contemporâneo: aproveitar madeiras abandonadas para criar algo novo.


Sílvia Matos - Objeto sonoro



Sílvia Matos - Homenagem à Mondrian


Sílvia Matos - Pintura


Sílvia Matos - Totem

segunda-feira, 19 de maio de 2008

UMA PROPOSTA DE ENCONTRO: A ESCULTURA QUE NÃO DEU CERTO, JOSEFINA E MANNISH BOY...


Esta é a Josefina, guatemalteca, que foi passear e foi fotografada numa praia de Barcelona. Conhecemos a Josefina pelas fotos publicadas no blog http://www.picturapixel.com/
E este é Mannish Boy, cuja foto aparece no mesmo blog.

Agora, abaixo, estão fotos da nossa Escultura que não deu Certo


1) numa aula de artes na CPFL
2) no ateliê da Sílvia



3) numa CirculAção durante a Universidade de Portas Abertas (UPA) na Unicamp (2005)

6) e em sua Ação mais ousada: a invasão do Olho do Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba (2007)


Por enquanto, o encontro dessas criaturas é virtual. Mas quem sabe uma hora desta não se atualiza?



domingo, 18 de maio de 2008

Virada Cultural do Interior 2008

Para um fim de semana como este, de virada Cultural ,um sugestão de prato.







Virado Cultural
Foto Beth Schneider




PINTAR PENAS... QUE PENA!!!

Apesar de achar que a intenção do artista foi boa (mostrar sua habilidade) realmente ele roubou a beleza das penas e não criou nada novo. Que pena!

Isto até serve como exemplo de um trabalho que não tem nada a ver com arte contemporânea pois não cria nada e expõe paisagens e figuras que poderiam muito bem permanecer nas telas clássicas e deixar as penas ao natural.
É o oposto do contemporâneo que aproveita de uma situação para criar algo novo. Exemplos mil: As santas da Beth, as fotos das guaritas da Inês, os tsurus da Lalau, as caçambas da Olívia, as mãozinhas dos alunos da Tina, a escada da Vane , minhas madeiras...

Aí vai um exemplo: a série de Beth Schneider, "Marias", em que ela se vale da colagem para fazer sorrir santas sempre sérias


Ou o trabalho de pintura, em que se utiliza de bonequinhos de plástico coloridos, apresentado na Exposição da Escola Comunitária.



Texto de Sílvia Matos (aguardem os próximos "capítulos"...)

quinta-feira, 15 de maio de 2008

ROBERT RAUSCHENBERG - GRANDE PERDA


"Tenho pena das pessoas que pensam que as coisas como os pratos de sopa, espelhos ou garrafas de Coca-Cola são feias porque estão cercadas por coisas dessas todos os dias, o que deve fazer delas miseráveis."
Robert Rauschenberg

Robert Rauschenberg morreu na segunda-feira, dia 12 de maio, aos 82 anos.
Um dos principais representantes da Pop Art e um dos artistas maiores do século 20, alcançou a fama nos anos 50 e em 1964 e foi o primeiro americano a ganhar o grande prêmio da bienal de Veneza (Itália).
Utilizando em suas obras todas as espécies de materiais - cordas, pedaços de tecido, objetos de consumo corrente - era considerado o artista que assegurou a transição entre o expressionismo abstrato e a pop art. Por sua vez, ele desejava escapar dos rótulos, seja de pop art ou de neodadaísmo.
O Instituto Tomie Ohtake tinha marcada uma mostra do artista para março do ano que vem, que foi adiada em decorrência da sua morte. Mas será realizada ainda em 2009, segundo o diretor do instituto, Ricardo Ohtake. Aguardamos ansiosamente.
Rauschenberg não se prendia a um só estilo, a uma só arte, destacando-se na pintura, fotografia, coreografia, design e também na música.
Robert foi descoberto em 1951 pelo galerista nova-iorquino Leo Castelli, e era considerado como o principal baluarte da vanguarda dos anos 1950 e 1960, além de ser também fonte inspiradora de muitas figuras da arte objectual e outras vanguardas radicais da década de 1970.
Nossa história favorita: Rauschenberg, ainda jovem, pediu a De Kooning, já famoso, um desenho para apagar. Sua ousadia foi premiada. Ele ganhou de De Kooning um trabalho "difícil de apagar", porque tinha carvão, óleo, grafite... e surgiu a obra Erasing De Kooning, de Robert Rauschenberg - uma favorita do Grupo Antropoantro... Perguntado sobre o que essa obra representava para ele, Rauschenberg declarou "É poesia".
O Grupo Antropoantro reverencia a memória deste grande artista.

Fotos conseguidas no Google