
segunda-feira, 31 de março de 2008
DESMONTAGEM DA EXPOSIÇÃO DE PASSAGEM... PELA UNICAMP

DISCUTINDO A COR NA ARTE CONTEMPORÂNEA
“CORPOS” - 2006
material- tinta óleo,900 bonecos de plástico, costurados com linha tinta automotiva .
painéis de 1.10x0.90m
O texto a seguir foi transcrito da página da UOL:
Mostra no MoMA de Nova York discute a cor na arte contemporânea
Da Redação
A mostra "Color Chart - Reinventing Color from 1950 to Today", do Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York, baseia-se em um quase-paradoxo: a beleza que surge quando os artistas utilizam cores de forma aleatória, direto de sua fonte ou por meio de sistemas arbitrários.Essas idéias, bastante difundidas a partir da metade do século 20, contrariam o princípio romântico que as cores deveriam ser misturadas e utilizadas para exprimir as emoções do artista. Ao invés disso, o MoMA reuniu obras como "Distribuição Aleatória de 40 Mil Quadrados Utilizando os Números Pares e Ímpares de uma Lista Telefônica", de François Morellet, um painel que é exatamente o que diz seu título: lista em punho, o artista "traduziu" os números de telefone em um código binário (no caso, vermelho ou azul) até preencher a tela.Entre os nomes escolhidos para a exposição está Andy Warhol, com quadros da série "Do It Yourself", em que a tela aparece parcialmente pintada com espaços em branco numerados; Damien Hirst, com a pintura em parede "John, John", feita por voluntários que não podiam repetir as cores; e Dan Flavin, que utiliza lâmpadas fluorescentes comuns em composições minimalistas (foto).A última pintura do criador dos "readymades", Marcel Duchamp, também faz parte da exposição. "Tu m'" ("Você Me...", em tradução livre), de 1918, tem em sua composição uma série de quadrados que emulam uma paleta de cores ("color chart", em inglês). Trinta anos mais tarde, esse elemento daria base ao pensamento que as próprias cores seriam "readymades", objetos de produção em massa que se tornavam arte ao serem colocados em outro contexto."Color Chart - Reinventing Color from 1950 to Today" fica em cartaz no MoMA até o dia 12 de maio.
http://diversao.uol.com.br/album/moma_colors_album.jhtm?abrefoto=2
domingo, 30 de março de 2008
NOTÍCIAS DA EXPOSIÇÃO ARTES VISUAIS NO MARP DE RIBEIRÃO
Essa artista também estava em Ribeirão, gostei muito do trabalho dela:
as telas são bem grandes, do jeito que eu gosto....


Texto e fotos de Olívia Niemeyer
sábado, 29 de março de 2008
UMA ÂNTROPA EM RIBEIRÃO PRETO - OLÍVIA NIEMEYER NA MOSTRA DE ARTES VISUAIS DO MARP






O que estou fazendo? Roubando as obras dos artistas, sem fazer as devidas referências, misturando épocas, estilos, um trabalho de bricolagem, uma declaração de amor ou um pedido de desculpas: “não tenho nada de original a oferecer”. A História da Arte como sujeito, nos dois sentidos da palavra: tanto a rede dos sujeitos que produziram tudo isso, como um tema, um assunto. E esse sujeito/tema gerou uma multidão de visões meio deturpadas, um lugar onde a mente brinca (sem saber muito bem o que está fazendo), perdendo-se em meio a livros, revistas, calendários de arte e Internet – preciso aprender a digerir tudo isso.
Mas as imagens roubadas podem ser devolvidas, não por mim, pela ladra, mas pelos cúmplices inocentes, os espectadores. Eles, sim, podem devolver as obras, baseados em seus próprios repertórios, aos verdadeiros donos, aos artistas criadores, aos museus e às galerias.
Texto e fotos de Olívia Niemeyer
sexta-feira, 28 de março de 2008
Divulgamos a pedido da ântropa Tina Gonçalez - Exposição na Galeria de Arte da Escola Comunitária de Campinas
GALERIA DE ARTE DA ESCOLA COMUNITÁRIA
Calendário de exposições de 2008 .
MONIQUE DEHEINZELIN – Pinturas
No sítio Antares, Santa Maria da Serra das Cabras Joaquim Egídio, Campinas
Curadoria: Fernando Passos
Coordenação: Tina Gonçalez
Período: 12 de março a 8 de abril de 2008
Local: Escola Comunitária de Campinas – saguão do prédio administrativo
Rua Egberto F. de Arruda Camargo, 650 – Jardim Notre Dame- Campinas
Horário de Funcionamento: 7h30 às 18h00 – segunda à sábado.
Leia o texto de Fernando Passos sobre o trabalho da artista:
MONIQUE DEHEINZELIN – Pinturas
No sítio Antares, Santa Maria da Serra das Cabras Joaquim Egídio, Campinas
As pinturas de Monique consideram dois lados de sua inquieta cosmogonia indo em busca de um resultado genuinamente artístico para si e para todos que se envolvem nas ações de pesquisas das bases afetivas e conceituais que constituem o complexo processo do ensino-aprendizagem.
O primeiro está ligado ao esforço de compreensão dos procedimentos de realização da pintura. Não apenas como um saber universal em parte acessível pelas pesquisas e consultas aos testemunhos de críticos e artistas, mas passando por isso e pela fruição das obras de arte, atingir - tela na frente, pincel e paleta de cores nas mãos - o olhar e os gestos adequados ao exercício dessa arte. O resultado está em seus quadros. Eles mostram o dinamismo cromático que traduz esta observação sistemática das danças das cores nos objetos da natureza, de suas relações e de suas transformações conforme avançam as luzes do dia e das diferentes estações do ano.
O segundo plano, que acontece no interior do primeiro, se manifesta na busca ininterrupta da preservação do que podemos chamar de capacidade inata de expressão pessoal encontrada principalmente nas crianças ainda não atingidas pelas forças conformistas da sociedade dos adultos. Com os jovens e as crianças Monique aprendeu e continua testemunhando como eles intuitivamente pesquisam em suas pinturas e em outros procedimentos de criação, encontrando soluções estéticas surpreendentes. Essa atenciosa presença diante dos pequenos nada mais é que o amor manifesto no desejo de que todos cresçam como indivíduos conscientes de suas potencialidades criativas.
Em seus quadros esse movimento amoroso se reflete no privilégio dado aos elementos da natureza, os cenários geológicos construídos pelos cinzéis do tempo, recobertos pela flora que espalha o matiz das cores de suas paisagens e os animais do campo e do entorno da morada, habitantes que perambulam por esses espaços, agora emoldurados, dos altos da Serra das Cabras em Joaquim Egídio.
A dedicação dessa artista-educadora em relação à percepção estética inata a toda criança – seu livro explicitamente intitulado A Fome e a Vontade de Comer não por acaso já está na 11ª edição – mostra a complementaridade de seu pensar em sua ação artística, onde o resultado estético traz a consistência do quanto de elaboração e busca há em cada tela.
Fernando Passos
Professor Livre Docente, Instituto de Artes da UNICAMP
DADOS SOBRE A ARTISTA:
MONIQUE DEHEINZELIN
(São Paulo, 1952)
Bacharel em Física, Mestre em História e Filosofia da Educação pela Universidade de São Paulo, foi sócia fundadora da Escola da Vila, em São Paulo, e orientadora em projetos curriculares e na formação de professoras nas redes públicas e particulares de ensino em todo o Brasil.
Publicou A fome com a vontade de comer, uma proposta curricular de educação infantil (Petrópolis, Ed. Vozes, 1994, 12a ed.); Construtivismo, a poética das transformações (São Paulo, Ed. Ática, 1996); e Trilha, educação, construtivismo e uma entrevista com Caetano Veloso (Petropólis, Ed. Vozes, 1996), além de artigos em jornais e revistas especializadas. Fez a supervisão pedagógica da série de 20 programas em vídeo Menino quem foi teu mestre? (MEC/ Globo, 1992), e foi co-autora do livro que acompanha a série, Professor da pré-escola vols I e II (Rio de Janeiro, ed. Globo, 1992). Editou as seguintes publicações: Trino (São Paulo, Escola da Vila, 1990-92); Por um triz (São Paulo, Instituto C&A de Desenvolvimento Social/ Crecheplan: publicado como livro, Por um triz, Rio de Janeiro, Ed. Paz e Terra, 1998); Cadernos Crer para Ver (São Paulo, Fundação Abrinq pelos direitos da criança/ Natura Cosméticos); e Criança, a revista do professor de educação infantil (Brasília, Ministério da Educação e do Desporto).
Atuou como professora no curso de magistério em nível de segundo grau da OGPTB – Organização Geral dos Professores Ticuna Bilingües em 1993, 1994 e 2001. Coordenou o Grupo Multiseriado de Estudo e Pesquisa na Sociedade de Santa Maria da Serra das Cabras, com sede em seu Centro Multifuncional, Joaquim Egídio, Campinas, SP.
É coordenadora na área de ciências do ensino fundamental na Escola Comunitária de Campinas e desde 1996 desenvolve um trabalho individual em artes visuais.
Contato:
Endereço: Av. Claudio Celestino de Toledo Soares 685
13095-150 Campinas SP
Telefones: (019) 32 98 62 76 (019) 37 69 51 97
(019) 92 47 81 87
moniqued@uol.com.br
quinta-feira, 27 de março de 2008
Homem de plástico visita loja de artistas em Buenos Aires...
quarta-feira, 26 de março de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
(IN)VEJA DAS ÂNTROPAS SÍLVIA MATOS E LALAU MAYRINK...
Esta é uma (in)veja de Sílvia Matos e Lalau Mayrink. Eduardo Srur instalou garrafas pet gigantes, na Marginal Tietê. Um alerta ecológico de beleza plástica inegável! A gente gostaria de ter feito esse trabalho...
segunda-feira, 24 de março de 2008
MIL TSURUS E UM DESEJO
domingo, 23 de março de 2008
AS "MARIAS" DE BETH SCHNEIDER
Acabo de ler na Folha On Line sobre uma exposição, em Curitiba, do artista Paulinho Marques que mostrará, nas Ruínas São Francisco, sua obra "Santa Televisão Brasileira". Trata-se de uma imagem de Nossa Senhora Aparecida cuja cabeça foi substituída por um aparelho de televisão. O som e as imagens mostrados são do rapper BNegão. A obra está causando polêmica entre os católicos.
Agrada-me muito mais a sutileza do trabalho da querida ântropa Beth Schneider, que fez sorrir as santinhas sempre tão sérias!
Acima, uma imagem do trabalho Marias, retirada do catálogo da primeira exposição do Grupo Antropoantro, Kairós de 2002.
Sobre este trabalho, Afonso Luz escreveu na Apresentação:
"De que ririam estas sagradas imagens? Beth Schneider sobrepõe aos rostos destas Madonas pintadas em variados estilos de época um sorriso que parece extraído de uma peça publicitária, e que é sempre o mesmo, malgrado a multiplicidade das caras que o sustentam. Um apagamento da história decorre destas composições absurdas. A recatada gratia, atributo divino destas mulheres, se converte numa despudorada felicidade. Impressas num tecido enfeitado seu aspecto vulgar e artificioso é multiplicado. "Sinal dos tempos". Marca de uma época em que o kitsch se tornou objeto de fervorosa devoção"
Afonso Luz - Apresentação de Kairós
Bethinha, sou muito mais você!!!
Texto de Lalau Mayrink
Foto original no Catálogo de Tácito Carvalho e Silva
sábado, 22 de março de 2008
MAIS MAIL ART DE OLÍVIA NIEMEYER...
Esse pedia uma capa de CD.
O tema era "movimento".
Texto e fotos de Olívia Niemeyer
quinta-feira, 20 de março de 2008
quarta-feira, 19 de março de 2008
(IN)VEJA DE LALAU MAYRINK... PROJETO GREEN RIVER (1998) DE OLAFUR ELIASSON!!!
Bremen, Germany (1998)
Stockholm, Sweeden (2000)Estas são fotos do projeto Green River (1998), de Olafur Eliasson. Ele tinge de verde (com uma tinta inofensiva ao meio ambiente) rios de grandes capitais. O trabalho é registrado em videos e fotos. Esse artista dinamarquês promove uma investigação artística sobre o homem e o ambiente que o cerca.
terça-feira, 18 de março de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
A Arte Postal de Olívia Niemeyer
Sobre DaliTexto e Fotos de Olívia Niemeyer
domingo, 16 de março de 2008
DE PASSAGEM... em fotos de Vane Barini
sábado, 15 de março de 2008
Site de arte-Jorge Coli
http://bravonline.abril.com.br/participe/blogs_listarpublicacoes.shtml?1316
sexta-feira, 14 de março de 2008
Perolas da internet

































